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 Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo

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MensagemAssunto: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Set 30, 2010 4:23 pm


241 aC - Sul da Ibéria - Espanha: "A guerra é uma arte. Vencer não é uma questão de quantidade, mas de estratégia. Trata-se de fazer o que os inimigos não esperam. Trata-se de motivar seus homens a lutar sob uma mesma bandeira. Trata-se da orientação de um grande lider" - dizia o homem de meia idade para o garoto de 6 anos. Feliz em estar ao lado do pai, o garoto bebia cada palavra. Antes que o homem pudesse continuar a falar, um general chegou, com expressão de alerta: "General Amílcar! Os romanos estão atacando. Seus navios... seus navios estão equipados com o fogo grego e com nossas estruturas...". O pai do garoto se levantou apressado, vociferando palavras de ódio. Após anos de batalhas, os romanos aprenderam. Estavam usando as técnicas dos próprios cartagineses, somadas às armas navais gregas para vencer. O garoto viu o pai se afastar, e se lembrou de seu juramento, feito naquela noite sombria, diante daquele estranho deus que somente nas sombras era invocado, onde, com apenas seis anos, jurou ódio eterno aos romanos. Esse garoto se chamava Aníbal.

Razão e emoção foram as bases do que Aníbal um dia se tornaria. Pesquise algumas das batalhas de Aníbal contra Roma e dê sua opinião sobre quais foram os fatores determinantes de suas vitórias. Uma boa estratégia ou uma vontade indomável? Pesquise também outras histórias, que possam acrescentar conteúdo a essa discussão.






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Isaac Pinheiro



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MensagemAssunto: Minha duvida   Sex Out 08, 2010 3:30 am

no wikipédia fala que Anibal é fenício:

http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADbal

alguem poderia esclarecer esta duvida pra mim?
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Isaac Pinheiro



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MensagemAssunto: xx   Sex Out 08, 2010 3:32 am

deixa pra lá, eu não li direito
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Isaac Pinheiro



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MensagemAssunto: Anibal   Sex Out 08, 2010 3:54 am

Anibal Barca

Aníbal Barca (247-183 a.C), foi considerado um dos maiores generais da História de Cartago e do mundo. Aníbal ficaria lembrado na História por ter sido o principal general a comandar as guerras entre Cartago e Roma, durante o século III a.C. Sendo assim, irei relatar um pouco deste período de guerras, no qual Aníbal ameaçou a hegemonia romana sobre a Península Itálica, e o próprio governo desta pelo Mediterrâneo.

Antes de começar a contar um pouco da vida militar de Aníbal, irei fazer uma rápida retrospectiva sobre alguns fatos que levaram a guerra contra Roma.

Cartago foi uma colônia fundada na costa da África (ver mapa), pelos fenícios, por volta do século IX a.C. No entanto somente séculos depois é que esta viria a se tornar uma potência marítima e militar no Mediterrâneo. Por volta do século III a.C, Roma se expandia pela Itália, a tendo praticamente sobre seu domínio. Nessa época, na ilha da Sicília, as colônias da Magna Grécia, lutavam pelo controle da Sicília, uma das principais regiões produtoras de grãos da região. Sendo assim, os cartagineses também possuíam o mesmo interesse. Porém a guerra só tomaria proporções mais drásticas, quando os romanos decidem também lutar pelo domino da região. Como estes já possuíam amizade com os gregos, com isso eles se uniram a estes para combater os cartagineses. Nesse ponto se iniciaria as chamadas Guerras Púnicas.

As Guerras Púnicas foram uma série de batalhas divididas em três etapas, (o nome púnico se deve ao fato de os romanos chamarem os cartagineses de púnicos), as quais se sucederam ao longo dos séculos III a.C e II a.C. Com isso, a Primeira Guerra Púnica se iniciou em 264-241 a.C, e terminou com a vitória romana. Porém ao longo destes mais de vinte anos de guerras, ambas as nações saíram com grandes perdas, sendo Cartago a que sofrera mais com a derrota, pelo fato de perder alguns territórios e ter que pagar uma taxa de indenização a Roma. No entanto não estou aqui para relatar como esta guerra transcorreu, irei me abster mais a relatar as causas da Segunda Guerra Púnica, na qual a figura de Aníbal fora essencial para a deflagração destes conflitos e para o termino destes.

Antes de começar de fato a falar sobre a investida de Aníbal sobre os romanos, irei citar alguns antecedentes que levaram a ocorrência deste segundo confronto.

Com o fim da Primeira Guerra em 241 a.C, Cartago ficou arrasada e presa a uma divida com os romanos. Uma das soluções encontrada por esta fora explorar a região da Hispânia, rica em minas de prata. Sendo assim, expedições foram enviadas para conquistar a região e obviamente as suas minas. Dentre um dos principais responsáveis por estas conquistas cartaginesas na Hispânia, estava Amílcar Barca (270-228 a.C), pai de Aníbal. Amílcar teve uma importante participação nos últimos anos da Primeira Guerra Púnica, como o fato de ter participado não só das batalhas, mas na negociação de um acordo de paz com Roma. Na Hispânia, seria o responsável pela conquista da maior parte desta. Já que seus filhos dariam continuidade a esta.
Com a sua morte no campo de batalha, ele havia deixado um exército forte, e uma região moldada com sua exímia diplomacia. Mesmo assim os hispânicos ainda se relutaram a aceitarem a submissão a Cartago. Asdrúbal Barca, seu genro, assume a chefia da Hispânia.

Asdrúbal, seria lembrado por ter sido o fundador da Nova Cartago (atual Cartagena na província de Múcia, Espanha). E por ter em 226 a.C assinado um acordo com os romanos, no qual se dividiria as terras da Hispânia em duas partes, sendo a delimitação dessa divisão o rio Ebro. De fato tal fronteira seria a causa da segunda guerra, para alguns historiadores.
Em 221 a.C, Asdrúbal é assassinado. Alguns dizem que fora por vingança de algum dos seus servos, ou pelo inimigo. Com a sua morte, o governo de Cartago escolhe o jovem Aníbal Barca para sucedê-lo.

Sendo assim, aqui começa a história de Aníbal (ver foto). Quando jovem recebera uma educação greco-romana (mesmo que este odiasse os romanos). Fora instruído por um mentor espartano, sobre a arte da guerra. Diz que este ouvira as histórias de Alexandre, o Grande e os seus feitos. Aos vinte seis anos, ele assume o governo, após a morte de Asdrúbal.
Em seu governo ele continuou a expansão cartaginesa pela península, além de enriquecer Cartago com prata, e fortalecer o seu exército. Tais fatos, levaram os romanos a redobrarem a atenção com este.

Em 218 a.C, o exército de Aníbal transpõe a fronteira do Ebro, os romanos consideram isso uma traição, e enviam uma mensagem para o Conselho dos Cem (órgão superior de Cartago), para que enviassem Aníbal para Roma para ser julgado. Devido a forte influência de seu nome no Conselho, este se negara a enviá-lo. Na verdade não se tem certeza por que o conselho se negara a tal pedido. Não se sabe se foi por medo a Aníbal, ou porque realmente Cartago queria a guerra, queria vingança.


De qualquer forma tal fato levou os romanos a novamente declararem guerra as cartagineses, e assim se iniciava a Segunda Guerra Púnica.

Nesse ano Roma nomeara novos cônsules, e o Senado escolhera o cônsul Públio Cornélio Cipião (236-183 a.C) o responsável pela província de Hispânia, para combater Aníbal. Porém este não iria aguardar que os romanos tomassem a frente da luta, ele decidira agir imediatamente. Enquanto Cipião reunia as legiões romanas e partia para a Hispânia, Aníbal marchava com seu exército em direção a Gália (França). Nessa época os romanos já tentavam conquistar a região, porém muitas tribos ainda eram hostis a estes, então Aníbal viu nessa condição uma possibilidade de aliança com estes "barbáros". Inicialmente isso não ocorreu, porém não tardou muito que os gauleses se unissem ao exército cartaginês.

"Dessa maneira o general Cipião recebeu, em 218 a.C, cerca de 14 mil soldados e 1.600 cavaleiros para dirigir-se a Hispânia e Tibério Sempronio Longo, cerca de 16 mil e 1.800 respectivamente, para cumprir a tarefa de invadir a África". (MAGNOLI, 2009, p-64).

Roma descobriu os planos dos cartagineses, então decidiu aguardá-los em casa, na Itália. Decidiram esperar o exército inimigo na entrada da Planície do Pó, a principal via de acesso pelo norte da Itália, para quem quisesse vir com um grande exército. Porém a história fora outra, o inusitado acontecera. Ao invés de seguir pelas margens do rio Rodáno até a planície, ele decidiu pegar um caminho mais difícil e ousado. Decidiu contornar os Alpes, e atacar os romanos de surpresa.
Aníbal marchou com o seu exército de cerca de 50 mil homens através dos Alpes, os contornado e chegando a Planície do Pó. Durante os cinco meses de viagem empreendida, ele perdera parte das tropas, mas conseguiu repor-la quando os gauleses se aliaram a ele. (clique no mapa para ver a rota de invasão de Aníbal).

Chegando a Itália com cerca de quase trinta mil homens (soma-se a infantaria com a cavalaria), e com pelo menos 20 elefantes de guerra, este iniciaria seus ataques as terras romanas. De fato relatos dessas guerras é muito vasto, afinal foram mais de dez anos de conflitos. Então pelo fato de ser muita história para contar e poucas linhas para escrever, irei resumir os acontecimentos. No entanto aconselho para quem tiver maior curiosidade a respeito do assunto, consultar outras fontes confiáveis que tenham uma maior abrangência a respeito do assunto.

Voltando a História de Aníbal. Este passaria dez anos na Itália confrontando Roma e suas colônias. Nas diversas batalhas travadas em terra e mar. Mas dentre estes vários conflitos, a Batalha de Canas, travada em 2 de Agosto de 216 a.C, representou a maior vitória cartaginesa, e a maior derrota romana já sofrida até então. (clicando no mapa poderás ver marcado neste, as principais batalhas travadas durante a Segunda Guerra Púnica). Na Batalha de Canas a qual aconteceu ao sul da Península. Os romanos estavam crentes de sua vitória. Contavam com um enorme exército de cerca de 8 legiões e alguns aliados (fontes estipulam pelo menos cem mil homens no campo de batalha). Quanto a Aníbal seu exército que já não era muito grande, constava de pelo menos a metade do contingente romano. Contudo, por mais que os números fossem desfavoráveis aos cartagineses, a estratégia empregada pelo seu general poria Aníbal na História como um dos grandes estrategistas militares.

Ele soube se valer da vantagem de seu número menor a fim de se conseguir mobilidade e velocidade. Pelo fato de terem lutado pr[oximo as margens de um rio, o campo de mobilidade ficara reduzido. E o exército romano por ser muito grande perderia muito tempo para se posicionar e se reagrupar, depois de movido. Aníbal enviou sua cavalaria e sua infantaria rápida a fim de quebrar a formação romana, conseguido tal feito este começou a atacar os romanos pelos flancos, os forçando a se reagruparem no centro. Não tardou que o restante da cavalaria e da infantaria pesada cerca-se o exército inimigo e o massacra-se. Tal derrota abalou fortemente a convicção da superioridade romana. No entanto mesmo com esta grande perda. Roma ainda não se daria por vencida.

"Mesmo diante de tamanha derrota os romanos não cederam. Reestruturaram suas estratégias e dividiram sua armada em grupos menores, para conter as investidas de Aníbal". (MAGNOLI, 2009, p-69).

Nos anos seguintes, Aníbal montaria uma base na Itália e passaria a atacar os domínios romanos, a fim de enfraquecer o inimigo, e se conseguir o apoio de povos subordinados ao julgo romano, mas que os odiavam, para se tornarem seus aliados. Curiosamente, nesse anos que ele passou na Itália, ele nunca chegou a ameaçar Roma, de forma que leva-se a esta o seu fim. De fato os romanos conseguiram resistir bravamente ao ataque cartaginês. E enquanto estas batalhas se desenrolavam, Aníbal conseguia suprimentos e homens vindo da Hispânia. Sendo assim, Cipião, decidira atacar os reforços de Aníbal. Então ele partiu para a Hispânia, chegando em 211 a.C. Lá ele ficaria até o ano de 207 a.C, combatendo Asdrúbal Barca, irmão de Aníbal (não confundir com o Asdrúbal que era genro de Amílcar).

"A derrota de Asdrúbal foi importante para os romanos na medida em que estes conseguiram submeter a Península Ibérica, expulsando os cartagineses da região". (MAGNOLI, 2009, p-69).

Com a morte deste, os suprimentos dos cartagineses em Itália foram suspensos, agora estes teriam que recorrer diretamente a Cartago. Cipião retornou para Roma em 205 a.C, com seu retorno, este fora novamente eleito cônsul, e dessa vez ele tentaria empreender seu plano mais ousado. Cipião tentou convencer o Senado em apoiá-lo em um ataque direto a África a Cartago em si, se esta caísse, Aníbal perderia. O plano era muito ousado, parte do Senado não concordou inicialmente. Mesmo assim Cipião conseguiu reunir duas legiões e partiu para a África em 204 a.C. st1\:* { BEHAVIOR: url(#ieooui) } @page Section1 {size: 612.0pt 792.0pt; margin: 70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin: 36.0pt; mso-footer-margin: 36.0pt; mso-paper-source: 0; } P.MsoNormal { MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: "Times New Roman"; FONT-SIZE: 12pt; mso-style-parent: ""; mso-pagination: widow-orphan; mso-fareast-font-family: "Times New Roman" } LI.MsoNormal { MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: "Times New Roman"; FONT-SIZE: 12pt; mso-style-parent: ""; mso-pagination: widow-orphan; mso-fareast-font-family: "Times New Roman" } DIV.MsoNormal { MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: "Times New Roman"; FONT-SIZE: 12pt; mso-style-parent: ""; mso-pagination: widow-orphan; mso-fareast-font-family: "Times New Roman" } DIV.Section1 { page: Section1 } Como ele contava com pouco homens, decidira não atacar Cartago, mas sim a enfraquecê-la, derrotando seus aliados. Cipião conseguiu derrotar o rei da Númidia, um dos importantes aliados de Cartago, além de vencer outros aliados deste. Logo Cartago se vira ameaçada pelos exércitos romanos em África, e solicitou que Aníbal retornasse. Sendo assim, em 202 a.C ele deixa a Itália e segue para Cartago.

Chegando lá, o exército romano comandado por Cipião, o qual agora era chamado pela alcunha de o Africano, atraiu Aníbal e suas tropas para longe de Cartago, em direção ao deserto, mais exatamente na planície de Zama. Em 19 de Outubro de 202 a.C na Batalha de Zama (ver imagem), ocorrera o confronto derradeiro que poria fim a esta guerra. No meio do deserto, longe de Cartago ou de qualquer outro aliado a quem recorrer, Aníbal só poderia contar com seu exército e com sua experiência. Armado com seus poderosos elefantes de guerra a frente do exército, este marchou de encontro ao exército romano. Contudo uma reviravolta ocorrera. Cipião já imaginando que seu oponente usaria elefantes na batalha, deu para cada um dos homens na frente de batalha uma trombeta. Quando os elefantes chegaram próximos, os soldados começaram a soprar as trombetas, os animais acabaram se enfurecendo e correndo para trás. Tal acontecimento levou a morte de vários membros da infantaria e cavalaria que foram pisoteados pelos animais em fúria. Com isso o exército de Aníbal ficara dividido, e num verdadeiro caos. Logo os romanos assumiram a dianteira do ataque, levando a rendição do inimigo.

No ano seguinte fora assinado um novo tratado de paz entre cartagineses e romanos. Mas dessa vez, Roma fizera maiores cobranças. Desde uma taxa indenizatória, a doação de vários territórios cartagineses, como toda a doação de sua marinha, e a proibição de se estabelecer um exército. As cobranças foram altas, se negassem a cumprir-las poderiam ser destruídos, sendo assim acabaram concordando.

Cipião retornou para Roma, aplaudido como um herói. Aníbal permaneceu em Cartago organizando os problemas gerados após o fim da guerra. Nessa época ele recebera um cargo no Senado cartaginês. Contudo anos depois, algumas desavenças entre inimigos, levaram este a abandonar a cidade. Alguns começaram a culpar-lo pelo inicio da guerra e pela dura derrota sofrida. Mesmo tendo perdido a guerra, este nunca abandonara o ódio que sentia pelos romanos. Logo veio a encontrar recepção em novos aliados no Oriente. Alguns povos, como os macedônios e os sírios relutavam a aceitar a submissão à Roma. Aníbal se mudou para a Macedônia, por volta de 195 a.C. Mas com a derrota de seu rei, esta e a Grécia passaram a pertecerem ao domínio romano, então ele se dirigiu para a Bitinia (correspondia a parte norte do atual território da Turquia). Lá ele passaria seus últimos anos de vida, quando cometera suicídio ao se envenenar.
Com sua morte, seu nome ainda seria lembrado na história. Seria um herói para Cartago, e um nome que dava medo de se ouvir, para os romanos.
Sobre a pessoa de Aníbal, Maquiavel diz o seguinte:

"Entre os admiráveis feitos de Aníbal conta o de que, possuindo ele um exército extraordinariamente grande no qual se amalgamavam homens de inúmeras procedências, exército que comandara em batalhas travadas em terras estrangeiras, jamais surgiu no seio deste qualquer dissensão, nem entre os soldados, nem contra o seu comando, nem na adversidade e tampouco na fortuna". (MAQUIAVEL, 2009, pp-81-82).
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Daniela

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 2:50 am

Professor, na minha opinião, uma boa estratégia e a vontade de vencer são imprescindíveis para ganhar uma guerra.
É como está escrito aqui: "A guerra é uma arte. Vencer não é uma questão de quantidade, mas de estratégia. Trata-se de fazer o que os inimigos não esperam [...]".
Aníbal não precisou de força para ganhar do exército de Roma na Batalha de Cannas. Ele foi inteligente. Usou o que tinha, com um exército muito menor, e ainda assim conseguiu vencer.

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Daniela

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 3:06 am

Achei um site bem legal que compara Aníbal e Cipião. A linguagem está meio complexa, mas dá pra entender. Aqui eles falam dos feitos bélicos, das dificuldades e das pessoas que eles tiveram que enfrentar para alcançar seus objetivos e das conquistas de ambos.

http://www.consciencia.org/comparacao-entre-anibal-e-cipiao-africano

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MRampazzo



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Out 13, 2010 3:11 am

é, realmente a guerra é como o xadrez, ganha quem tiver a melhor estrategia, é logico que os numeros, e a qualidade do soldado contam muito, mas a estrategia é fundamental, annibal só perdeu por que ele ficou empolgado com os elefantes e achou que eles eram imbativeis, mas nao eram, e por isso ele perdeu, por "ir seco" contra os romanos.


tem gente garantindo nota em textos absurdos
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MensagemAssunto: Vontade Indomável   Sab Out 16, 2010 3:06 am

Olá, pessoal.

Desculpem minha demora em responder. Estava de férias, rsrsrsrs. Brincadeira. Estava sim em plena atividade, preparando os próximos capítulos de nossa saga histórica e magnânima.

Pensem no seguinte: hoje, saímos de manhã, vamos até a escola, fazemos alguns planos para o futuro e, muitas vezes, diante dos obstáculos, desistimos de um monte deles. Agora, pensemos nas Guerras Púnicas, uma guerra que durou tantos anos, que fez com que homens se movessem em tantos lugares (África, Itália, Ásia Menor, Turquia, Espanha, Alpes, Creta e outros) e, de tal modo que, mesmo ao fim, a obstinação fosse ainda imensa. Nenhum deles pensou em desistir em nenhum momento.

Cipião e Aníbal se tornaram duas figuras históricas tão comentadas quanto Aquiles e Heitor, e grande parte de tudo isso se deu devido à sua vontade indomável, seu enorme senso de estratégia, e sua capacidade de liderança.

Não à toa, a luta e a quase amizade entre os dois mudaria a história de Roma, abriria margem para o surgimento dos grandes líderes militares, que se tornam o pilar central do poder político em Roma, rivalizando com o Senado e a Tribuna. E esse cenário criaria o Império.
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MensagemAssunto: Comparação   Sab Out 16, 2010 3:11 am

Daniela, muito bom o texto que você compartilhou sobre a comparação entre Aníbal e Cipião.
Os dois foram conhecidos por grandes feitos. Mas, sem dúvida, Aníbal se tornaria mais conhecidos. Afinal, ele foi o cara que atravessou os Alpes, que derrotou cônsules, que teve a ousadia de acampar com um exército enorme bem em frente aos portões de Roma, criando a maior tensão e gerando o maior medo que Roma já havia sentido.
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Barbara Rocha

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Ter Out 26, 2010 10:28 pm

Observei alguns textos e muitos deles relataram que existe uma antiga lenda, que " Aníbal cresceu na antiga Espanha e, segundo a lenda o pai fê-lo jurar, aos 10 anos, diante de um deus, que nunca seria amigo dos romanos ".
Vendo por esse aspecto a vontade indomável de vitória, veio acompanhada da boa estratégia que o General Aníbal tinha, pois era considerado um gênio militar que se baseava na habilidade de utilizar a cavalaria com a infantaria e poder que ele exercia sobre a lealdade de seus exércitos.
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barbie22

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Out 28, 2010 11:45 pm

O curioso é pensar em como os romanos, temiam, mas ao mesmo tempo veneravam Annibal. Já que a maior parte da historia de Annibal foi encontrada no poder deles, da a impressao que os romanos tentavam ao maximo, estuda-lo para tentar prever o proximo movimento ..kkk.. claro que sem sucesso já que Annibal era bem surpreendente e inovador, cm seu exercito da pesada elephant elephant elephant elephant kkkkkkkkkkkkkkkk geek
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 29, 2010 7:19 pm

estrategia realmente é muito importante para guerra , só que contar com um exercito forte e preparado ajuda muito.
particularmente , sou muito fã do Anibal , ele ganhou de roma com um exercito menor e mais fraco , usando pura estrategia.
Acho muito curioso o jeito que os romano idolatravam anibal , mesmo sendo um rival , isso é a maior prova de que anibal era o cara!
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caiosm

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Nov 03, 2010 8:34 pm

Para mim nao houve outro como Aníbal, provedor de uma grande inteligencia e malícia ! mesmo depois de foragido, conseguiudriblar os romanos dezenas de vezes, enganar piratas, e por fim, nao deixar que os romanos o pegassem se matando primeiro ! esse cara virou meu ídolo SUHASUHA
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WilsonFilho

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Nov 04, 2010 1:56 am

Eu achei bem legal e meio triste a morte dele que por um lado era uma "vitória" porque nao conseguiram matar ele mas também perder a própria vida num jogo de poder é uma coisa um tanto quanto perturbadora. Eu achei bem legal seus feitos ainda mais atravessar as montanhas com cavalos e elefantes, um grande feito audacioso e arriscado. Acho sua história muito interessante e extraordinária porém idiota por se perder so pra ganhar :S
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caiosm

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Nov 04, 2010 1:59 am

aaah, pode ter sido uma morte meio estupid, mas ele já estava mais velhos, e passar a vida inteira fugindo deve ser um saco néé! entao acho que nao foi uma morte tão ruim assim
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Barbara Rocha

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Nov 04, 2010 7:43 pm

AAHH' ok o cara vez um monte de coisa errada na vida, mas se matar vai muito mais além de tirar a própria vida .... HAUSHUAHUSHUAHSU' ele era tão Orgulhoso que nunca deixaria ninguém tirar sua vida, a não ser ele mesmo .
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Felipe Oliveira

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Nov 05, 2010 2:36 am

Acho que não há ninguem com a capacidade de estratégia e força de vontade de Anibal.... Não é a toa q até seus inimigos o admiravam. Como já disseram... ele é (na vdd foi) o cara!!!
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Felipe Oliveira

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Nov 05, 2010 2:45 am

Esqueci de comentar, Cipião provavelmente deveria ter uma certa admiração por Anibal, pois os dois previam os movimentos dos inimigos, portanto, Cipião deve ter tido Anibal como base.

E pelo fato de Anibal se envenenar, deveria ter sido o orgulho, pois imaginem só?! Vc ser derrotado por um "carinha" que conseguiu fugir de um de seus ataques.... E pior seria, ser morto por 'ele'... Então, "que eu seja quem me matou"... [alguém entendeu?]
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Nov 05, 2010 4:13 am

Não ¬¬
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   

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