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 Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo

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MensagemAssunto: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Set 30, 2010 4:26 pm


Aníbal e Cipião

241 aC - Sul da Ibéria - Espanha: "A guerra é uma arte. Vencer não é uma questão de quantidade, mas de estratégia. Trata-se de fazer o que os inimigos não esperam. Trata-se de motivar seus homens a lutar sob uma mesma bandeira. Trata-se da orientação de um grande lider" - dizia o homem de meia idade para o garoto de 6 anos. Feliz em estar ao lado do pai, o garoto bebia cada palavra. Antes que o homem pudesse continuar a falar, um general chegou, com expressão de alerta: "General Amílcar! Os romanos estão atacando. Seus navios... seus navios estão equipados com o fogo grego e com nossas estruturas...". O pai do garoto se levantou apressado, vociferando palavras de ódio. Após anos de batalhas, os romanos aprenderam. Estavam usando as técnicas dos próprios cartagineses, somadas às armas navais gregas para vencer. O garoto viu o pai se afastar, e se lembrou de seu juramento, feito naquela noite sombria, diante daquele estranho deus que somente nas sombras era invocado, onde, com apenas seis anos, jurou ódio eterno aos romanos. Esse garoto se chamava Aníbal.

Razão e emoção foram as bases do que Aníbal um dia se tornaria. Pesquise algumas das batalhas de Aníbal contra Roma e dê sua opinião sobre quais foram os fatores determinantes de suas vitórias. Uma boa estratégia ou uma vontade indomável? Pesquise também outras histórias, que possam acrescentar conteúdo a essa discussão.
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Karen

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 01, 2010 11:33 pm

Encontrei um vídeo em inglês que retrata a batalha e a estratégia utilizada por Anibal na Batalha de Canas:



A estratégia romana era simples:
- Fazer um ataque frontal com a infantaria, na formação simples, com cavalaria nos flancos.

Enquanto Aníbal possuía uma estratégia mais complexa.
De acordo com o vídeo, seu plano foi o seguinte:

- Sua infantaria (côncava) com os piores homens iria em direção à infantaria romana, com a intenção de fazê-los avançar.
- Nos flancos, a cavalaria cercaria as tropas romanas.
- A melhor tropa de Aníbal, que se posicionava atrás, flanquearia e atacaria as tropas romanas por trás, cercando-os.

Resultado: Os romanos, cercados e cada vez mais comprimidos, perderam a batalha.
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MensagemAssunto: Aguarde...   Qua Out 06, 2010 10:51 pm

Excelente video, Karen. Ele ilustra muito bem o que foi o conflito mais importante da 2ª Guerra Púnica. Nas próximas aulas, vocês verão de um outro ponto de vista essa batalha e também a subsequente, a batalha de Zama, na qual Cipião faz a sua revanche contra Aníbal!
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Rafael
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MensagemAssunto: Aníbal na 2º guerra púnica   Sex Out 08, 2010 1:03 am

Durante a segunda guerra púnica ocorreu a batalha de Canas onde Aníbal (e Pimpão elephant ) demonstrou que uma guerra se vence com uma extraordinária estratégia (já citada pela Karen) podendo superar muitos obstáculos como no caso de quantidade nesta batalha. Um exemplo histórico de que prova o método de boa estratégia garantida é Napoleão Bonaparte, pois empolgavam seus soldados com promessas de riqueza e glória após batalhas contando também com seu senso de liderança. Utilizando essa tática somada ao seu senso estratégico dominou grande parte da Europa central e ocidental.
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Ana Cristina



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 08, 2010 1:29 am

Bom, na batalha de Zama eu vejo Cipião como um homem muito corajoso ! Isso porque ele acreditou em sua idéias e estratégias e, principalmente em si mesmo. Além disso, foi contra as pessoas que não apostavem nele e contra o homem mais temido até aquele momento, Aníbal.
Aníbal, em contra partida me chama mais atenção. Ele foi um homem que deu seu sangue em todas as batlhas, foi contra seu povo em busca da conquista de uma nova terra, acreidtou e tratou muito bem todos aqueles que , mesmo desconhecidos, o apoiaram na guerras . Na batalha de Zama, como todos os seres humanos podem falhar um dia, Aníbal só mais mais, mas que pra mim, mesmo ele não ter conseguido ganhar essa batalha, é um vencedor. Pois na minha opinião, ser vencedor vai muito mais além do que ganhar uma batalha, vencedor é aquele que mediante a dificuldades não se deixa abater, vai até o seu limite e acredita até o fim, e foi isso que Aníbal fez !
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Lucas Satiro

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MensagemAssunto: Batalha do Lago Trasimeno - Junho de 217 a.C.   Sex Out 08, 2010 11:05 pm

Batalha do Lago Trasimeno - Junho de 217 a.C.

Achei um resumo de uma batalha durante a segunda Guerra Púnica que teve à caminho de Roma :

"Aníbal armou uma emboscada, atraindo Flamínio, que o seguia de perto, a um terreno estreito em forma de garganta, perto do lago. Seguiu-se uma verdadeira chacina
Morreram quase 30.000 romanos e o próprio Flamínio. Os poucos sobreviventes foram presos e Aníbal só perdeu 1.500 homens, a maior parte gauleses
Algumas fontes referem a morte de 15.000 homens do Cônsul Flamínio com 10.000 ficando prisioneiros e a morte de 4.000 cavaleiros do Cônsul Gémino
Essa derrota desprotegeu Roma mas Aníbal não a atacou
O novo ditador, Quinto Fábio Máximo, recrutou às pressas um exército e iniciou uma hábil guerra de desgaste contra as tropas de Aníbal."

Fonte : grupohistoria.com/GUERRASPUNICAS.ppt

Essa batalha ocorrida à caminho de Roma demonstra claramente, principalmente pela diferença drástica de números de morte entre romanos e Cartaginenses, que não adianta apenas ter um exército gigantesco com vontade de vencer se ele não estiver organizado e tiver uma estratégia de ataque.
Neste caso, se eles (Romanos) tiveram alguma estratégia de ataque, com certeza não deu certo , pois o pequeno grupo de soldados cartaginenses, mesmo perdendo claramente em quantidade co-relação ao exército inimigo, conseguiu virar o jogo apenas parando e pensando em como combater o exécito romano.
Aníbal então, conseguiu criar uma estratégia de ataque tão boa que, além de neutralizar o ataque inimigo apenas com seu relativo pequeno exército, conseguiu também combatê-lo e sair vencedor da batalha logo em seguida.
Isso só foi um breve começo do que ainda aconteceria futuramente.
Portanto, não adianta ter conteúdo de sobra se você não souber aplicá-lo, ou seja, no caso das batalhas, não adianta ter um exército gigantesco se ele não tiver uma estrutura estrategicamente formada para aplicar em uma batalha, mesmo se o seu inimigo for bastante inferior a ele. Cool What a Face affraid What a Face Cool
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Guilherm
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MensagemAssunto: Aníbal e Cipião   Sex Out 08, 2010 11:38 pm

A Ana acertou em exaltar a coragem de Cipião, pois Aníbal foi um dos, se não o inimigo mais temido por Roma na história. Cipião sobreviveu à batalha de Cannas e foi capaz de aprender as técnicas estratégicas usadas por Aníbal e as utilizou contra ele. Cipião fez com que os elephant que Aníbal tanto valorizava, se voltassem contra seu exército e desorganisassem sua formação e em seguida os romanos atacavam, enquanto isso a cavalaria atacou pelos lados e prensou seu exército, da mesma forma que Aníbal fazia.
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 12:31 am

queridos amigos aki do forum, querendo ou nao eu estou de voltaXD

o que eu acho mais interessante disso tudo e:
o anibal e seu irmao asdrubal(tomara que seja este mesmo o nome dele rs) mas como por algum motivo desconhecido asdrubal foi mal citado nas nossas aulas e anibal foi enfatisado fiz minha pesquisa sobre ele:

Aníbal

(247 a. C. - 183 a. C.)


General cartaginês. Filho de Amílcar Barca, conta a tradição que com a idade de nove anos jura ódio eterno aos Romanos. Entre 238 e 229 acompanha o pai nas suas campanhas militares na Hispânia. Quando da morte de Amílcar viaja para Cartago, mas rapidamente regressa à Hispânia, onde combate às ordens do seu irmão Asdrúbal. Este é assassinado e o exército cartaginês escolhe para chefe Aníbal, que tem então vinte e seis anos. A partir de então, Aníbal entrega-se à tarefa já proposta por seu pai e que também se converte no objectivo da sua vida: a destruição do poderio romano. Esmaga as tribos aguerridas da Península Ibérica e, assim, não deixa qualquer ameaça nas suas costas. No decurso da segunda guerra púnica sitia Sagunto, cidade aliada aos Romanos, e incendeia-a (219). Em Cartagena forma um exército de 100000 homens, com que atravessa os Pirenéus, o Ródano e os Alpes. Não se atemoriza perante os obstáculos que colocam no seu caminho tanto a natureza como os seus inimigos. Segundo a tradição, leva consigo ao longo de todo o trajecto os seus elefantes. Quando chega a terras italianas, o seu exército está reduzido a 26000 homens, pelo que o fortalece com guerreiros gauleses.

A partir deste momento, a vida de Aníbal está referenciada com uma série de êxitos bélicos extraordinários. Nas margens do rio Tesino vence o cônsul Cipião e nas margens do Trébia o cônsul Semprónio (218). Franqueia os Apeninos em pleno Inverno e cruza as zonas pantanosas da Etrúria, onde perde um olho. Apanha o cônsul Flamíneo nos desfiladeiros próximos do lago Trasímeno, onde o derrota (217). Finalmente, em Canas reduz a nada os exércitos dos cônsules Terêncio Varrão e Paulo Emílio (216).

Não se atreve a assediar Roma com um exército pouco numeroso, apodera-se de Cápua, onde passa o Inverno. E em Cápua acontece o inesperado: Aníbal, instalado nesta cidade com toda a comodidade, interrompe a sua campanha no momento em que Roma está quase indefesa, ao alcance da sua espada. A expressão «as delícias de Cápua» passa a ser uma frase feita que refere a atitude de quem, com a vitória próxima, se entrega à moleza e a perde. Aníbal começa a retroceder: perde Cápua, toda a Campânia e Tarento. No ano de 207 tenta unir-se ao seu irmão Asdrúbal, que vem em seu socorro da Hispânia com novas forças. Mas o cônsul Nero, após vencer Asdrúbal na Batalha de Metauro (207), manda atirar a cabeça deste para o acampamento de Aníbal. «Reconheço com este gesto o destino de Cartago», disse Aníbal, segundo a tradição. De seguida retira-se para o extremo meridional da Itália, onde resiste vários anos. Chora de raiva, abandona as terras onde combate durante dezasseis anos. No ano 202 é vencido na batalha de Zama, com que termina a segunda guerra púnica.

Nomeado primeiro magistrado de Cartago, reforma a administração, reprime os abusos e instala os seus veteranos como colonos dedicados à exploração dos olivais. Inicia negociações secretas para combater Roma, mas, perseguido no seu próprio país por uma facção pró-romana, exila-se. Passa o resto da sua vida a fugir até que os Romanos exigem a Prúsias, rei de Bitínia, onde na ocasião está Aníbal, a sua cabeça. Então Aníbal envenena-se e assim se entrega à morte. Tem então sessenta e quatro anos.

de fato ele era uma pedra no sapato dos romanos KKK
apos outros tipos de pesquisas que eu fiz sobre ele descobri que ele era um homen muito orgulhoso e que queria ser lembrado para sempre por seus grandes feitos contra roma
ah um tipo de paradoxo em relaçao a sua morte mas acreditasse que ele tenha se matado


/off


nao sei se a fonte e confival eu somente digitei no google e clickei em um link aleatorio
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Lucas Satiro

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MensagemAssunto: Resposta ao comentário do Heitor   Sab Out 09, 2010 3:23 am

Comentando a opinião do Heitor sobre Asdrubal e Aníbal, considerando que Asdrubal foi mal citado e Aníbal enfatizado nas nossas aulas.
Na minha opinião, Asdrubal pode até ter sido um bom representante de seu povo, mas jamais chegará perto do que Aníbal fez. Aníbal venceu a maioria de seus confrontos com outros povos, conseguiu atravessar os Alpes para chegar nas região norte da Itália, nesse trajeto foi formando um exército de diferentes povos e regiões, ao chegar na Itália começou a quase que conquistar a região Itálica, fato que poderia ter acontecido caso Asdrubal fosse capaz de combater igual a seu irmão o exercito romano, em especial Cipião.
Aníbal também era um cidadão que conseguiu motivar sempre seu exército para as futuras batalhas, e nessas motivações, alguns de seus mercenários se tornaram seus seguidores fiéis.
Asdrubal, pelo contrário, subestimou a força de Roma, e acreditava que seus acordos com ela fossem o deixar livre de alguma forma das batalhas de seu irmão. Também por causa desses "acordos", não tomou a iniciativa de finalmente ajudar seu irmão a literalmente acabar com Roma , no seu momento mais frágil. Quando Cartago foi atacado, estava cercado por todos os cantos: pelo sul , pelo leste e pelo norte. Tudo isso aconteceu porque Roma conquistou esses povos ao seu redor, não dando a mínima chance de contra-ataque para Asdrubal.
E ve se o Aníbal não merece ser enfatizado e exaltado , o cara teve a ideia absurda de chegar em Roma atravessando os Alpes, mas mesmo sem a ajuda de seu irmão, ele conseguiu chegar em Roma.E principalmente com o seu pequeno exército formado no "meio do caminho", ele fez muito estrago por aquela região, sendo sua desocupação do local um ato desesperado dos Romanos, mas que por sinal, muito inteligente para realizar tal desocupação.
Por essas e outras, por mais do que Asdrubal tenha feito em Cartago, a "bola da vez" era do Aníbal, merecendo totalmente ser enfatizado, pelo menos mais do que seu irmão. king
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 3:38 am

ae satiro eu nao disse ou quiz dizer que o asdrubal merecia mais credito que o anibal eu disse que foi o fato ocorrido na nossa sala de maneira alguma desrespeitei os grandes triunfos de anibal inclusive eles foram citados em meu post.
em relaçao a cartago provavelmente se voce pesquisar vai perceber que asdrbal foi de vital importancia para "aguentar as pontas" em cartago em quanto seu irmao(loko)
viajava que nem retardado pelos picos do norte dah italia...
agora vou colocar uma opiniao para ser debatido aki o que vale mais:

o realizado ou o quase realizado?


o realizador ou o quase realizador?


so pra deixar bem claro aki eu nao estou dizendo que um tem que ser enfatizado e outro nao pelo menos na minha opiniao eles foram de igual importancia mas vamos soh trabalhar com anibal que e mais ou menos o que eu disse pre fazer ok
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Lucas Satiro

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 7:10 pm

Então Heitor, Asdrubal até tinha motivos de nao querer ajudar o irmão, com seu plano de viagem absurdo e praticamente impossível. Porém, a partir do momento em que Asdrubal soube do triunfo da viagem do irmão, ele tinha que pelo menos se tocar e perceber que ele tinha nas mãos a oportunidade de ajudar o irmão a acabar de vez com o principal inimigo deles.
Porém, a super mente de Asdrubal fez com que ele seguisse fielmente os acordos feitos com Roma. Resultado : seu apoio não dado a Aníbal fez com que o trabalho surpreendente feito pelo o irmão fosse por aguá abaixo.
Por isso, a culpa de Aníbal não ter conseguido concluir o que ja estava quase concluído foi de grande parte de Asdrubal.
Falando de Asdrubal também, será que ele não parou para pensar que ele tinha a decisão de acabar ou não com Roma. Sua decisão fez com que ele não acabasse com Roma, mas que Roma acabasse com ele. No
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 8:41 pm

pelo menos voce concorda comigo que o importante e realizar e que anibal nao realisou.
durante muitos anos, satiro anibal ficou parado em territorio romano e nao quiz invadir roma por completo por que ele fez isso?
asdrubal estava sofrendo constantes ataques de povos barbaros e de povos do norte da africa nao podia deixar cartago desprotegido e mais uma coisa anibal concordou em invadir roma sem apoio algum de cartago e mesmo se asdrubal quisesse ajudar o irmao a derrubar roma ele nao consiguiria invadir roma pelo mar na verdade nenhum povo naquela epoca consiguiria e como anibal parou de atacar roma de cima para baixo em relaçao ao mapa da italia, era como deixar sua terra desprotegida e se matar tentando invadir por mar roma.
ou seja essa decisao que voce citou ae q fez co0m que roma acabasse com ele na verdade fez com que ele nao fosse destruidos nem por roma nem por outros povos nao significa que cartago tenha acabado somente por que o exercito de cipiao derrotou o de anibal nao significa e nao acaba ae cartago


mas vamos nos concentrar na parte da historia que ganhou mais importancia nas nossas aulas e seu personagem principal(anibal) e esquecer dos inumeros problemas que asdrubal estava passando em cartago ouseja vamos falar so do anibal ok
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Lucas Satiro

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MensagemAssunto: Limites de Aníbal   Dom Out 10, 2010 2:13 am

"
Aníbal em Cápua

Depois dessa batalha, Aníbal retirou-se para a Campânia (Cápua) para passar o inverno, esperar reforços e fazer alianças com outros povos contrários a Roma

Outras Campanhas de Aníbal

Anibal conquistou a Sicília e Siracusa e fez uma aliança com Filipo V, rei da Macedônia na guerra contra a Ilíria, que resultou em fracasso


A Guerra após Cannas

A batalha de Cannas foi uma obra prima de tática e, a partir daí, só se manteve a guerra de desgaste
No comando romano, o general Marcelo - “o gládio de Roma” - conseguiu pequenas, mas significativas vitórias nas guerras de desgaste
Aníbal dependia de reforços que nunca chegavam
Em 214 a.C. Marcelo partiu para a Sicília para tentar reconquistar Siracusa

O Cerco de Siracusa

Grandes espelhos, invenção de Arquimedes, permitiram de terra incendiar barcos romanos que bloqueavam a saída da cidade
Mesmo assim, a orgulhosa cidade helênica de Siracusa, aliada dos cartagineses, foi obrigada a se render e nunca mais iria adquirir a glória do passado"

Fonte : http://grupohistoria.com/GUERRASPUNICAS.ppt

Aníbal na verdade não ficou parado todo esse tempo. Ele ainda conseguiu fazer alianças não tão efetivas futuramente, conquistou a Sicília e a Siracusa, e só não fez mais porque ele não recebeu reforços militares.
Se ele ja tivesse esse exército forte, ele não teria tanta dificuldade, mas ele também não poderia invadir roma igual um desesperado, tendo que criar uma estratégia para que ele perdesse o menos possível de homens nas batalhas.
Aníbal teve tempo até que demais para criar alguma estratégia, mas mesmo com uma estratégia ofensiva formada, ele não poderia invadir Roma praticamente sozinho, sendo necessário esperar os reforços que nunca viriam.
Enquanto isso, Roma em atos de desespero, agiu primeiro e começou o contra-ataque, sendo o começo da sua virada contra Cartago.
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Out 13, 2010 7:13 pm

ok é corrteo afirmar isso de fato,mas como eu disse anibal concordou em nao ter apoio de cartago e disse que derrubaria roma sem ajuda deles ou seja ele nao pode reclamar de falta de exercito porque ele esta sendo hipocrita
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Ana Cristina



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Out 14, 2010 4:58 am

na Batalha do Lago Trasimeno, como foi mencionada, fica claro a idéia de que '' quantidade não remete qualidade''.
Em relação ao fato de Aníbal ser orgulhoso, eu acredito que não. Se a hipótese de que ele teria se matado for verídica, o fato de ele não deixar que o matassem , que é o que acabaria acontecendo, é uma maneira de não permitir que isso vire evento como deixar ele brincando com leões, o que atrairia o povo.
Matá-lo, para os romanos, seria claramente motivo de comemoração.

Aníbal, se entregou para os romanos , porém de uma outra forma. Além disso, seu modo de agir com os homens que toparam de ajudá-lo vai contra a o pesamento de uma pessoa orgulhosa.
Se matando, foi uma forma de aceitar seus limites, a perda para os romanos e um ato nada orgulhoso.
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Out 14, 2010 9:01 pm

de maneira aparente minha interpretaçao da palavra "orgulhoso"é diferente da sua ana e discordo de voce quando voce disse que ele se matar nao eh um ato de se orgulhar porque naquelas sircunstansias ele iria morrer de qualquer forma seja por roma por doqnças por ser um homen velho e etc e quando o pessoal de roma chegou ate ele acreditasse que ele ja tenha se matado ou seja o que eu acredito que ele quiz mostrar com esse ato foi que a unica pessoa que conseguiu matalo foi ele mesmo

isso pra min e motivo de se orgulhar
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Ana Cristina



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 15, 2010 9:09 pm

talvez no episódio de sua morte sim, mas seu histórico não nos deixa creer em uma pessoa orgulhosa.
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Lucas Satiro

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MensagemAssunto: Aníbal   Sex Out 15, 2010 10:36 pm

Concordo com a Ana. Quando Aníbal saiu em sua grande viagem, ele pediu ajuda de Cartago, mas ja que eles não quiseram, ele saiu de qualquer maneira, pois sabia que qualquer ajuda era bem vinda.
Como não recebeu grande apoio no início, acreditou no seu potencial e se foi. No caminho, foi formando seu exército, e mesmo guerreando no meio do caminho, não se desfazia de nenhum mercenário, sempre os deixando motivados para o melhor ou para o pior.
Até nos momentos de dificuldades, como na escassa comida, ele não se engrandecia no meio dos outros por ser o chefe do grupo, e dividia a comida igualmente entre todos, mas quando sabia que uma batalha seria mais intensa ou cobraria mais esforço deles, ele preferia alimentar melhor seus lutadores do que a si mesmo.
Com a virada de Roma sobre seu exercito e Cartago, ele se refugiou e acabou sendo achado por Roma, mas ao saber sobre o seu destino certo em Roma, ele pode até ter sido orgulhoso ao não aceitá-lo, mas não foi nada mais nada menos sincero com o mundo, pois reconheceu sua derrota definitiva na Guerra. santa sunny king
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 16, 2010 1:33 am

ae satiro desculpe-me mas eu sou meio burrinho e nao ficou muito claro porque voce concorda com ana me explique melhor depois

soh uma coisa "reconheceu sua derrota"
quem na sua concepçao derrotou ele?por que?
ele foi derrotado?por que?
o que e ser orgulhso para voce?


eu gostaria que voces respondessem essas perguntas para que eu posso ter uma mnoçao geral da opiniao de voces (nao ha certo ou errado)

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Lucas Satiro

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MensagemAssunto: Aníbal   Sab Out 16, 2010 2:39 am

Roma( Cipião) derrotou Cartago ( Aníbal, ultimo representante principal de Cartago). Cipião derrotou tanto por erros de Aníbal quanto por acertos dele mesmo.
Ele foi derrotado por que num fim de guerra, tem um vencedor e um perdedor, por isso ela acaba. Aníbal claramente perdeu a guerra, porque senão quem teria perdido seria Roma ( Cipião) e ela não teria o Império futuramente que teve.

Orgulhoso para mim é a pessoa que não aceita ajuda dos outros nos momentos mais necessitados para ficar com o suposto triunfo de algo para si mesmo , sem querer dividí-lo com outros quando a dificuldade for superada.

Esse é o conceito que eu acho que Aníbal não pode se encaixar


Esse seria o conceito que eu entendo que a Ana tenha usado, pois no momento de refúgio do Aníbal, ele aceitou ser acolhido por um rei por ai, sem fazer questão de ser ou não recebido, ou seja, ele aceitou ajuda de um colega num momento de dificuldades.
Porém , ele pode se encaixar no conceito de se orgulhar de algum resultado conquistado, sendo esse, um exemplo, a chegada a Roma pela sua super viagem pelos Alpes.
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MensagemAssunto: Vontade Indomável   Sab Out 16, 2010 3:16 am

Olá, pessoal.

Desculpem minha demora em responder. Estava de férias, rsrsrsrs. Brincadeira. Estava sim em plena atividade, preparando os próximos capítulos de nossa saga histórica e magnânima.

Pensem no seguinte: hoje, saímos de manhã, vamos até a escola, fazemos alguns planos para o futuro e, muitas vezes, diante dos obstáculos, desistimos de um monte deles. Agora, pensemos nas Guerras Púnicas, uma guerra que durou tantos anos, que fez com que homens se movessem em tantos lugares (África, Itália, Ásia Menor, Turquia, Espanha, Alpes, Creta e outros) e, de tal modo que, mesmo ao fim, a obstinação fosse ainda imensa. Nenhum deles pensou em desistir em nenhum momento.

Cipião e Aníbal se tornaram duas figuras históricas tão comentadas quanto Aquiles e Heitor, e grande parte de tudo isso se deu devido à sua vontade indomável, seu enorme senso de estratégia, e sua capacidade de liderança.

Não à toa, a luta e a quase amizade entre os dois mudaria a história de Roma, abriria margem para o surgimento dos grandes líderes militares, que se tornam o pilar central do poder político em Roma, rivalizando com o Senado e a Tribuna. E esse cenário criaria o Império.
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MensagemAssunto: Comentários   Sab Out 16, 2010 3:26 am

Ana, realmente sua ênfase em Cipião é válida.
Ele e Aníbal criam um verdadeiro duelo no passado e, sem dúvida, ambos poderiam ter sido grande amigos, não fosse o fato de estarem em lados diametralmente opostos. O dever fez de ambos inimigos, mas o campo de batalha os aproximou e gerou uma admiração mútua.

Heitor e todos os alunos queridos e estimados, devo confessar-lhes o mea culpa: realmente comentei muito pouco sobre Asdrúbal, o irmão. Ele não foi um covarde mas, como Aníbal, seu tio Asdrúbal e o próprio Amílcar, foi um soldado de Cartago até o fim. Todos eles estavam comprometidos entre o fazer o certo e o dever para com Cartago. Aníbal só poderia ter realizado sua empreitada se Asdrúbal tivesse mobilizado os exércitos de Cartago na linha de defesa na costa.

Porém, o momento histórico favorecia Roma. Ninguém punha frente a ela naquele momento. O Mediterrâneo estava apinhado de romanos, e atravessar os Alpes não era tarefa para outros que não o próprio Aníbal. Ainda assim, quando Aníbal ficou isolado de Cartago, Asdrúbal ainda buscou auxiliar o irmão, entendendo que somente o sucesso de Aníbal salvaria Cartago. Mas Roma o pegou de jeito, e sua cabeça foi enviada para Aníbal, deixando bem claro que nenhuma ajuda viria de fora para Aníbal.

Apenas lamento que o tempo curto nos impeça de poder realtar com toda a atenção merecida todos esses momentos da história, o que me obrigue a relatar apenas por cima alguns personagens importantes. Mas é o que podemos fazer nesse momento. Devo dizer-lhes que outros personagens terão de ser mutilados da História para podermos relatar com mais atenção outros que representaram momentos importantes na história de Roma. Principalmente no momento histórico em que nos encontramos, em que tantas figuras extraordinárias surgiram para mudar o rumo das coisas.

Na medida do possível, conto com suas pesquisas individuais e suas colaborações, trazendo, como o Heitor a relevância de personagens que eu apenas pude mencionar nas aulas!

Um abraço a todos!
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haitor



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Ter Out 19, 2010 12:51 am

concordo que o tempo é um problema professor.
mas ja que foi por causa dele que voce deu merecida enfase a anibal nao tem problema eu tinha pensado que voce nao considerou ele importante




ae pessoal nao para de postar nao daqui a pouco a gnete chega no mesmo numero de postagems do 1°c XD
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Debora

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Out 20, 2010 11:22 pm

Anibal tinha ótimas estratégias, o que fazia dele insuperável. Tanto que de certa forma foi derrotado por ele mesmo, já que Cipião o derrotou utilizando estratégias dele. Sempre fazendo o inesperado, a frente do inimigo e tendo seus métodos de batalha usados até hoje, Anibal fez o impossível provando a todos quem era.

Para ajudar, eu achei um video com 5 partes sobre Anibal e suas guerras contra roma.
"Anibal Barca, o homen,o mito, o misterio ou como criar uma superpotencia em 7 liçoes"
Documentario BBC.

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=sp5xKg7TiSM&feature=related

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=B-8yzdEcIvI&feature=related

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=7U_lEu0JUGw&feature=related

Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=EwW1KVEccfg&feature=related

Parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=mBeMu20xF7E&feature=related
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Out 21, 2010 12:17 am

gostei dos videos debora
so uma coisa que o seu post entrou em contradiçao voce disse que anibal era "insuperavel" por suas "otimas estrategias"
e depois disse que "cipiao o derrotou"
afinal anibal era insuperavel?
MTV!
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   

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Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo
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