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 Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo

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MensagemAssunto: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Set 30, 2010 4:29 pm


Aníbal e Cipião

241 aC - Sul da Ibéria - Espanha: "A guerra é uma arte. Vencer não é uma questão de quantidade, mas de estratégia. Trata-se de fazer o que os inimigos não esperam. Trata-se de motivar seus homens a lutar sob uma mesma bandeira. Trata-se da orientação de um grande lider" - dizia o homem de meia idade para o garoto de 6 anos. Feliz em estar ao lado do pai, o garoto bebia cada palavra. Antes que o homem pudesse continuar a falar, um general chegou, com expressão de alerta: "General Amílcar! Os romanos estão atacando. Seus navios... seus navios estão equipados com o fogo grego e com nossas estruturas...". O pai do garoto se levantou apressado, vociferando palavras de ódio. Após anos de batalhas, os romanos aprenderam. Estavam usando as técnicas dos próprios cartagineses, somadas às armas navais gregas para vencer. O garoto viu o pai se afastar, e se lembrou de seu juramento, feito naquela noite sombria, diante daquele estranho deus que somente nas sombras era invocado, onde, com apenas seis anos, jurou ódio eterno aos romanos. Esse garoto se chamava Aníbal.

Razão e emoção foram as bases do que Aníbal um dia se tornaria. Pesquise algumas das batalhas de Aníbal contra Roma e dê sua opinião sobre quais foram os fatores determinantes de suas vitórias. Uma boa estratégia ou uma vontade indomável? Pesquise também outras histórias, que possam acrescentar conteúdo a essa discussão.
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GPTerahata

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 02, 2010 2:39 am

A Batalha de Canas (Cannae), travada em 2 de agosto de 216 a.C., onde os cartagineses venceram os romanos, foi uma batalha decisiva da Segunda Guerra Púnica.

Aníbal, general cartaginês, invadira a Península Itálica, e após infligir várias derrotas aos exércitos romanos, ficou sem ação diante da contemporização do ditador Quinto Fábio Máximo(político e militar romano. Mas, depois desses seis meses de inatividade, Roma também queria ação. A República Romana estava cansada de ver seus campos saqueados. Então, os cônsules Lúcio Emílio Paulo e Caio Terêncio Varrão reuniram o maior exército jamais reunido por Roma, e enfrentaram Aníbal no sul, na Batalha de Cannae.

Nessa batalha pode-se ver um movimento clássico, onde Aníbal conseguiu, mesmo com inferioridade numérica de tropas, num movimento perfeito, o duplo envolvimento das tropas romanas. Esta batalha e as ações de Aníbal, que o levaram a uma vitória tão grandiosa, têm sido estudadas por militares há anos.
Origem: Wikipédia

Acho que o que fez com que Aníbal ganhasse status de "um dos maiores táticos militares da história", foi uma combinação de boas estratégias e desejo indominável de vencer, consequência(talvez...) dele desde pequeno ser pressionado e treinado para vencer Roma a qualquer custo. E levando em consideração a "agenda" dele, acho que é válido pensar que ele também era bem determinado.
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Karen Naomy Uchiyama



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 02, 2010 8:42 pm

A batalha do lago Trasimeno ocorreu em 217 a.C, costa norte do lago Trasimeno (na Itália). Foi uma batalha da Segunda Guerra Púnica, na qual Roma sofreu uma das piores derrotas militares de toda a sua história.

O general cartaginês Aníbal atraiu os romanos (comandados pelo cônsul Flamínio) para uma ardilosa emboscada perto da atual Ossaia (Lugar dos Ossos) e do Sanguineto (Lugar do Sangue). Cerca de 16 mil centuriões morreram nas margens do lago. Aníbal, entretanto, perdeu apenas 1.500 homens. Hoje pode-se andar pelo campo de batalha e observar as mais de cem valas comuns encontradas perto de Tuoro sul Trasimeno
Nessa batalha, Aníbal criou uma armadilha espetacular: escondeu sua tropa em depressões cobertas pela névoa e atacou de surpresa.

Fonte: historia.abril.com.br

Eu acho que o que mais influenciou nas vitórias de Aníbal contra Roma foi uma vontade indomável de acabar com os romanos, que já começou desde os seus 6 anos de idade. Depois, juntando seu ódio e as boas estratégias, Aníbal venceu Roma em várias batalhas. Sendo considerado um dos maiores gênios da estratégia militar.
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MensagemAssunto: Aguardem...   Qua Out 06, 2010 10:55 pm

De fato, Aníbal foi o protagonista definitivo da II Guerra Púnica, e também o será na terceira, sob outras circunstâncias. Porém, Aníbal está para encontrar seu Nêmesis. Em breve a revanche entre Cipião e Aníbal... e o destino das Guerras Púnicas começa a mudar...
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Fellipe Cardilho



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Out 06, 2010 11:20 pm

A batalha de Ticino (novembro de 218 a.C.), a primeira travada pelos cartagineses e romanos na Itália, foi vencida pelos cartagineses, incentivando os gauleses e os lígures a se unirem às tropas de Aníbal.

http://educacao.uol.com.br/historia/segunda-guerra-punica-primeiras-batalhas.jhtm


Acho que Anibal possuia as duas qualidades misturadas,um fator essencial para um bom lider militar.Isso pode ser percebido por que além de demonstrar seu ódio por Roma ele também sabia como arquitetar planos inteligentes, que pegavam os romanos de surpresa.Desse modo, ele conseguiu obter sucesso nas batalhas sem ter muitos prejuizos, e assim prosseguir ainda com força para o próximo terrreno.
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MensagemAssunto: Aníbal e Cipião - Amistoso   Qui Out 07, 2010 7:47 pm

Conta a tradição dos antigos historiadores romanos, como Plutarco, que a Batalha de Cannas e a Batalha de Zama não foram os únicos encontros de Aníbal e Cipião. Nos tempos em que Aníbal encontrava-se refugiado na Síria, sob o Governo do Rei Antíoco, Roma enviou Cipião em uma missão de reconhecimento das intenções de Antíoco, para decidir se haveria uma posterior guerra ou não.
Quando descobriu que Aníbal encontrava-se refugiado naquelas terras, Cipião mandou perguntar se Aníbal desejava encontrá-lo para uma conversa, em off. Aníbal prontamente atendeu ao pedido. Conforme relato dos historiadores sobre o encontro, ambos sentaram e conversaram longamente, sobre assuntos de menor importância e sobre os grandes líderes do passado.
Em certo momento da conversa, Cipião perguntou a Aníbal quem tinha sido o maior líder militar da história. Aníbal prontamente respondeu que era Alexandre, O Grande que, com um exército menor do que o dele, conquistara um território muito maior. Cipião, então, teria perguntado quem seria o segundo (claramente desejando ouvir seu nome). Aníbal então respondeu que o segundo maior líder era Pirro (general grego que venceu várias batalhas contra Roma valendo-se de um grande senso de observação e sabedoria). Cipião, que admirava os gregos, concordou com Aníbal e sorriu, perguntando quem seria o terceiro: "Eu é claro!" - respondeu Aníbal. Cipião deu risada, e então perguntou: "E se você tivesse me vencido?". Aníbal olhou para ele e, serenamente, respondeu: "Então eu estaria como o primeiro da lista".
Com isso, Aníbal reconhecia a força e a grandeza de Cipião, atribuindo sua derrota ao talento daquele, e não à falta de habilidade sua. Cipião entendeu o elogio, e ambos se despediram com um aperto de mãos. Após isso, Cipião partiria para a conquista da Síria, Aníbal iria para a Bitínia, e ambos nunca mais se veriam.

A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

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tiago genari



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Out 07, 2010 10:54 pm

Entre os romanos, as colunas vinham próximas umas das outras, para aumentar-lhes, na hora certa, a força do impacto. Havia uma febre otimista entre os homens – jovens e velhos. Roma inteira estava ali, todo o Lácio também e todas as cidades aliadas. De uma fileira à outra, os do bairro do Esquillino e os que moravam perto do mercado de bois, os nativos de Tibur e os de Prenestino, todos se interpelavam e se encorajavam com uma alegria barulhenta. Ali, pensavam eles, não mais seria possível uma emboscada, não haveria mais uma neblina como a de Trasímeno!

Os dois exércitos ficaram frente a frente na planície de Cannes. À esquerda, os romanos colocaram sua cavalaria, comandada pelo próprio Paulo Emílio. No centro, a imensa massa da infantaria legionária vinha comandada pelos cônsules Minucius Servilius. O cônsul Varrão liderou a cavalaria da ala direita.

O exército púnico estava a aproximadamente mil passos. À esquerda, gauleses e espanhóis obedeciam a Asdrúbal, irmão de Aníbal. No centro, junto com o mítico general, estavam 22 mil infantes espanhóis, acompanhados de celtas e ladeados por dois corpos da reserva, cada um com 5 mil líbios, chamados africanos. À esquerda, Hannon, sobrinho de Aníbal, liderava a cavalaria da cidade de Numídia.

Assim, dos dois lados, os generais se colocaram onde seus dispositivos pareciam mais fracos: Varrão e Paulo Emílio com sua relativamente pequena cavalaria; Aníbal no meio de seus infantes, marchando em número menor que o exibido pelo inimigo.

Começou, então, a batalha. Os atiradores formaram fileiras: arqueiros e lançadores de dardos surgiam e voltavam correndo, fazendo chover projéteis nas fileiras adversárias. Os cavaleiros entraram na luta. Os esquadrões de Asdrúbal atacaram os homens de Paulo Emílio, jogando-os no chão. No centro, à maneira de duas muralhas de ferro, as infantarias pesadas começaram a se dirigir uma contra a outra e, no confronto, tomou conta do local o barulho ensurdecedor de espadas batendo em escudos.

A carnificina foi terrível, mas o moral dos romanos se manteve, e a imensa infantaria aumentou a violência diante da expectativa de uma vitória próxima. Subitamente, o front cartaginês tomou a forma de uma grande cavidade, um arco de círculo, para o qual convergiram, ébrios de furor, todos os romanos. Esgotados pelos combates que tinham acabado de travar, os veteranos procuravam, com os olhos, as unidades que revezariam com eles. O que viram mudou o desfecho desse combate, que parecia tão certo minutos antes.

Colunas de soldados, munidos de longos escudos romanos, passaram a girar em torno dos legionários. Cego pelo suor e pelo vento alto, o tribuno Gnacus Lentulus compreendeu: esses soldados, cuja tez morena ele distinguiu sob os capacetes, não eram romanos, mas sim os africanos de Aníbal, equipados com as armas dos mortos de Trasímeno!
Era tarde demais para reagir. Colunas líbias bloquearam as saídas, e os legionários ficaram presos na armadilha, vendo o inimigo se reorganizar velozmente e partir para a ofensiva. A saída da emboscada seria providenciar uma formação em quadrado, mas os cavaleiros de Asdrúbal entraram em cena e impossibilitaram a manobra.

O exército dos cônsules ficou totalmente cercado, em desespero. Muitos tentaram lutar, mas caíram um a um. Alguns se mataram. Outros foram tomados pela loucura. A tropa de elite sucumbiu, Paulo Emílio morreu, e o massacre foi total.

Ao fim de nove horas de combates, Varrão levou a Roma a notícia de sua mais sangrenta derrota: morreram na planície de Cannes três cônsules, 80 senadores, mais de 30 oficiais superiores e nada menos que 60 mil soldados. Pelo menos 10 mil homens foram feitos prisioneiros.

A batalha, para sempre foi vista como caso exemplar da vitória da inteligência sobre a força bruta. Os romanos jamais a esqueceram e tiraram dela suas lições. Mais tarde, também os cartagineses aprenderiam que certas vitórias resultam em alto preço a pagar em longo prazo.

Aníbal não sabia, mas seu invejável desempenho como general tornou impossível qualquer acordo futuro com Roma. Muitos anos depois, em 146 a.C, a destruição final e total de Cartago foi a conseqüência do que aconteceu na batalha de Cannes.

http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/anibal_e_seu_exercito_-_o_inferno_de_roma_imprimir.html



Isso é mais uma prova de que a inteligência sobrepuja a força, mesmo com um exército menor, Cipião usou da tática de Aníbal contra ele mesmo, e como o exército romano só atacava e defendia com táticas, quando essas mesma foram destruídas, todos ficaram apavorados e uns se mataram e outros esperaram morrer.....

Já o fato de Aníbal ter fugido, isso pode ser discutido se ele tinha ajudantes (que não é nem um pouco provável) ou por descuidos dos cartaginenses........ Se eu fosse o Cipião eu deixaria o Aníbal morrer na prisão de todas as formas possíveis (tais como doença e etc.)..........kkkkkkkk
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Beatrice



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 08, 2010 12:47 am

- Resposta do terceiro post do professor:

Eu acho que Anibal aceitou conversar com Cipião, pois ele ja tinha perdido a batalha e como bom soldado ele aceitou sua derrota e talvez ele tenha aceitado para conhecer melhor seu "inimigo", ou quem sabe pra que no futuro eles pudessem fazer alguns acordos. Acho que nenhuma matou ou outro por terem certas regras, onde se um matasse o outro não seria tão honroso quanto se um deles moresse durante uma batalha.E ele provavelmente deixou Anibal fugir, pois seus novos interesses eram diferentes dos planos de Cipião
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hyroa7x

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 08, 2010 5:14 am

A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?


Acho que isso são atitudes de dois soldados que se respeitam entre si (apesar de serem oponentes), acho que foi reconhecimento do talento por parte de cipião e a aceitação da derrota por parte de Anibal que levou a isso.
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patricia tiemi



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 9:48 pm

Citação :
A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?
Acho que ambos são bons perdedores, rs. Eles tiveram dignidade de reconhecer o quão poderoso o oponente era, chegando a conversar do que continuar uma batalha que talvez não tivesse futuro.
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srta cyh



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 11:10 pm

resposta do primeiro post
acho que Aníbal tinha os dois quanto a estratégia quanto a vontade de destruir Roma...
A estratégia se derivou a partir do momento em que se vê destinado a destruir Roma ,
consequencia do seu juramento a ódio eterno a Roma.
E comos os lideres (deve-se ter um perspectiva mais avançadas que outras pessoas)
suas estratégias deveriam ser infaliveis, tambem uma consequência de sua infancia
já que seu pai o ensinara.... king
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srta cyh



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 09, 2010 11:18 pm

resposta do segundo post
acho que um não matou o outro pela simples LEI do BATMAN E CORINGA..
um precisa do outro para EXISTIR........
ou pela questão etica ou honra por querer ser conhecido pela coragem em guerra
e não por uma CHACINA...
ja que um que uma boa morte era considerada em guerra e por um inimigo poderoso....
Twisted Evil
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Fellipe Cardilho



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Seg Out 11, 2010 9:24 pm

Acho que eles não se mataram de uma vez por uma questão de honra. Os dois perceberam que ambos tinham forças muito poderosas e se respeitaram mutuamente apesar das diferenças.
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Karina Celli



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Out 13, 2010 9:43 pm


A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

Acho que pela parte de Aníbal, seria inutil matar Cipião por mera vingança, ele não destruiria Roma matando um ex-soldado raso que se deu bem na vida, e como bom soldado, ele reconheceu o talento de Cipião. E pela parte do romano, acho que ele só teria matado Anibal em uma batalha, pois mata-lo assim sem guerra não lhe daria tanto prestígio, acho que no fundo ele queria que anibal desse a volta por cima e com um exercito em uma grande batalha os dois se enfrentassem.
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julialocci



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qua Out 13, 2010 11:14 pm

A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

R: Acho que, se tanto um quanto o outro se matasse ali, os dois sozinhos, sem testemunhas, não daria prestígio a nenhum dos dois e muito menos para Aníbal que tinha como objetivo 'capturar' Roma, e não propriamente matar Cipião como vingança, então, os dois 'meio' que deixaram pra se vingar numa batalha, ou algo do tipo .
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Amabile Ferrazoli



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Qui Out 14, 2010 10:29 pm

A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

Matar alguém não significa destruir seu império, nem seus feitos. Mesmo por vingança... Matar Cipião não significaria derrubar toda Roma. E ele o deixou fugir para a Bitínia para formar seu exército e, de uma maneira honrosa e justa (já que Aníbal realmente reconhecia a competência de Cipião), dar a chance de se ocorrer uma guerra futura. Como ele mesmo disse, ele se consideraria o melhor líder militar da história se derrotasse Cipião em uma batalha. Se ele acabasse com tudo naquele momento, ele não teria essa chance.
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Al@na
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sex Out 15, 2010 1:44 am

Pesquise algumas das batalhas de Aníbal contra Roma e dê sua opinião sobre quais foram os fatores determinantes de suas vitórias. Uma boa estratégia ou uma vontade indomável?

A batalha mais conhecida de Aníbal é a de Canas e o que determinava as vitórias era uma mistura dos dois fatores, uma boa estratégia (elas eram tão eficazes que quando Cipião a utilizou (contra o próprio Aníbal) conseguiu vencer ) e uma vontade indomável (também um garoto de seis anos jura ódio a um país e vive neste ódio por toda sua vida, quando cresce não consegue ser dominado tão facilmente). Like a Star @ heaven

A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

Ele aceitou conversar provavelmente para "aprender " (os pontos fracos e fortes) do inimigo. Acho que eles não se atacaram por uma questão de "respeito" (de honra, além do mais matar uma pessoa naquela época sem guerra, luta e testemunhas, não valeria nada) e Cipião deve ter deixado Aníbal fugir na esperança de confronta-lo em uma grande batalha futura. study

Obs: @ @ @ Professor, o senho falou na última aula sobre exercicios do clickidéia e eu não compreendi muito bem.Temos que fazer algo para lhe entregar?

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MensagemAssunto: Vontade Indomável   Sab Out 16, 2010 3:29 am

Olá, pessoal.

Desculpem minha demora em responder. Estava de férias, rsrsrsrs. Brincadeira. Estava sim em plena atividade, preparando os próximos capítulos de nossa saga histórica e magnânima.

Pensem no seguinte: hoje, saímos de manhã, vamos até a escola, fazemos alguns planos para o futuro e, muitas vezes, diante dos obstáculos, desistimos de um monte deles. Agora, pensemos nas Guerras Púnicas, uma guerra que durou tantos anos, que fez com que homens se movessem em tantos lugares (África, Itália, Ásia Menor, Turquia, Espanha, Alpes, Creta e outros) e, de tal modo que, mesmo ao fim, a obstinação fosse ainda imensa. Nenhum deles pensou em desistir em nenhum momento.

Cipião e Aníbal se tornaram duas figuras históricas tão comentadas quanto Aquiles e Heitor, e grande parte de tudo isso se deu devido à sua vontade indomável, seu enorme senso de estratégia, e sua capacidade de liderança.

Não à toa, a luta e a quase amizade entre os dois mudaria a história de Roma, abriria margem para o surgimento dos grandes líderes militares, que se tornam o pilar central do poder político em Roma, rivalizando com o Senado e a Tribuna. E esse cenário criaria o Império.
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 16, 2010 4:28 am

A Batalha do Metauro, travada em 207 a.C., próximo ao rio Metauro, na região italiana das Marcas, foi uma batalha da Segunda Guerra Púnica, na qual o comandante cartaginês Asdrúbal, irmão de Aníbal, foi derrotado e morto pelos exércitos romanos combinados dos cônsules Marco Lívio (que posteriormente receberia o cognome de Salinator, e Caio Cláudio Nero.

origem: Wikipédia

Sem dúvida, Anibal foi um dos maiores estrategistas da história. Sua sede de vingança e ódio por Roma fez com que ele superasse todas as dificuldades e assustasse os romanos. Infelizmente, nessa batalha, o cartaginese não teve sucesso.
Agora, não consigo imaginar o que teria acontecido se as tropas de Anibal vencesse as guerras púnicas e dominasse a "bota", que influenciou e muito no nosso modo de vida... será que hoje um dos meios de transporte mais usados no ocidente seriam elefantes??? elephant scratch
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 16, 2010 4:30 am

A Batalha do Metauro, travada em 207 a.C., próximo ao rio Metauro, na região italiana das Marcas, foi uma batalha da Segunda Guerra Púnica, na qual o comandante cartaginês Asdrúbal, irmão de Aníbal, foi derrotado e morto pelos exércitos romanos combinados dos cônsules Marco Lívio (que posteriormente receberia o cognome de Salinator, e Caio Cláudio Nero.

origem: Wikipédia

Sem dúvida, Anibal foi um dos maiores estrategistas da história. Sua sede de vingança e ódio por Roma fez com que ele superasse todas as dificuldades e assustasse os romanos. Infelizmente, nessa batalha, o cartaginese não teve sucesso.
Agora, não consigo imaginar o que teria acontecido se as tropas de Anibal vencesse as guerras púnicas e dominasse a "bota", que influenciou e muito no nosso modo de vida... será que hoje um dos meios de transporte mais usados no ocidente seriam elefantes??? elephant scratch
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Jéssica



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MensagemAssunto: AníbaL- Levando uma garra para as portas do inimigo   Seg Out 18, 2010 3:33 am

Pesquise algumas das batalhas de Aníbal contra Roma e dê sua opinião sobre quais foram os fatores determinantes de suas vitórias. Uma boa estratégia ou uma vontade indomável?

Uma das batalhas comandadas por Aníbal foi a Batalha de Trébia, que se deu em Dezembro de 218 a.C, junto das margens do rio Trebia, na província itálica de Emilia, na qual o general romano Públio Cornélio Cipião foi derrotado pelo exército cartaginês comandado por Aníbal, em um dos sucessos bélicos mais importantes das Guerras Púnicas onde se confrontaram Romanos e Cartagineses. Acredito que essa vitória se deu tanto pela estrategia quando pela sua raiva, por que ele planejou tudo, observando as margens do rio, os cursos d ‘ agua e tudo que havia no local. Um fator que ajudou foi dele ter sido treinado desde criança em acampamentos, então teve uma certa ‘’ facilidade’’ em destruir os Romanos nessa batalha devido as condições que se encontrava.

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A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

Como soldados um respeitou o outro, a honra dos dois prevaleceu. E não fazia sentido para Aníbal matar Cipião e nem vice-versa já que não adiantaria em nada. Como já disseram, se Cipiao matasse Anibal não seria destruir o império dele, seria apenas matar por vingança e isso não era o que ele queria, ele queria ficar com uma certa '' honra '' e matando Anibal não levaria a nada.
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Fábio Hideki

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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Seg Out 18, 2010 8:20 pm

Citação :
Pesquise algumas das batalhas de Aníbal contra Roma e dê sua opinião sobre quais foram os fatores determinantes de suas vitórias. Uma boa estratégia ou uma vontade indomável? Pesquise também outras histórias, que possam acrescentar conteúdo a essa discussão.

A Batalha de Zama, travada em 19 de outubro de 202 a.C.
Naquele dia não registrado do outono, a última grande batalha teve início: a carga de elefantes trovejou através da planície entre os dois acampamentos. Além da aterrorizante visão daqueles grandes animais vindo sobre as linhas de infantaria e de seu efeito sobre os cavalos, não acostumados à sua aparência e cheiro, os condutores dos elefantes contavam com o barrido deles para provocar o temor no coração de qualquer inimigo. Infelizmente para eles, nesse caso, os romanos inverteram o procedimento e começaram uma grande gritaria acompanhada do ressoar de dúzias de trombetas de guerra. O efeito sobre os elefantes insuficientemente treinados de Aníbal foi tal que eles é que entraram em pânico e começaram a se deter e fugir daquilo que, talvez, pareceu-lhes o ruído de estranhas bestas consideravelmente maiores do que eles próprios.A Batalha de Zama, foi uma batalha decisiva da Segunda guerra púnica. O exército da República Romana, liderado por Cipião Africano, derrotou as forças de Cartago lideradas por Aníbal. Logo após essa derrota, o senado de Cartago assinou um tratado de paz, terminando assim uma guerra de quase 20 anos.

Citação :
A questão é: se Aníbal tinha tanto ódio de Roma, porque aceitou papear sobre amenidades com Cipião? Por que não atacou, aproveitando a ocasião para matar seu oponente? E por que Cipião não matou Aníbal, que estava com a cabeça a prêmio? Por que o deixou fugir para a Bitínia?

Acho que um reconhecia o valor do outro, e acabar com toda aquela rivalidade simplesmente com um assassinato em meio a uma conversa não faria muito sentido, acho que os dois prefeririam acabar aquilo com uma boa batalha, que realmente iria mostrar quem era o melhor.
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heitortakeu



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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   Sab Out 23, 2010 10:01 pm

- Resposta do terceiro post do professor:

Na minha opinião Anibal não matou Cipião pois não teria nenhuma "graça"... seria uma vitória momentânea... ele não teria o "gosto" de planejar uma batalha com diversos elementos...
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MensagemAssunto: Re: Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo   

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Aníbal - Levando uma guarra para as portas do inimigo
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