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 Os Deuses que vieram do Espaço

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MensagemAssunto: Os Deuses que vieram do Espaço   Seg Ago 02, 2010 1:21 am

De onde vieram os deuses da Mesopotâmia?

Segundo as crenças dos antigos Sumérios, conforme encontrado nas pequenas placas nos subterrâneos dos templos localizados no Iraque e regiões próximas, tudo começaria com uma terrível batalha entre a Serpente Feminina Tiamat e o guerreiro Masculino Marduk. Ao lado de Tiamat, estava também seu General Kingu. Desse confronto cósmico, sairia vencedor Marduk, que derrotaria tanto à Tiamat, quanto à Kingu. Da carne de Tiamat, Marduk cria a Terra e os Céus, e do sangue de Kingu, Marduk cria os homens. Esse mito da criação é descrito na obra Enuma Elish, um conjunto de sete tábuas de argila, que foi encontrada no séxulo XIX, nos restos de Ninive, cidade pólo dos Assírios.

Em outras peças, encontramos a origem desses deuses, dos quais Marduk fazia parte: os Annunaki, uma família de deuses cósmicos que, após a criação da terra, vêm morar por aqui, assumindo os domínios das diversas regiões do planeta. Essa família se baseava nos princípios do equilíbrio. Afinal, foi essa família que, ao vencer Tiamat (que representa as águas infinitas e o caos primordial), estabeleceu os princípios de ordem.

Mas, conforme as crenças antigas, houve desentendimentos entre essa família.

A história desse desentendimento, que encerra uma série de mistérios, será mostrada em breve. Mas, nesse momento, fica a pergunta, qual sua opinião sobre a origem dos deuses da Mesopotâmia? Por que eles constituíam uma família vinda de fora da terra? O que teria influenciado os sacerdotes da Antiguidade a pensar algo nesses termos?

Poste aqui sua opinião. Se encontrarem textos que completem essa breve introdução, coloquem aqui, não esquecendo de citar a fonte ou o site, ok?

Até breve!

Professor Luciano farao
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Beatrice



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Seg Ago 09, 2010 1:23 am

Depois de ver a apresentação da Karina sobre os Deus da mesopotamia acredito fielmente que eles vieram do espaço. Eles tinham uma familia fora da Terra porque ela ainda não existia só iria existir a partir da batalha e se não houve a batalha eles provavelmente viveriam onde eles vivam antes da Terra existir. Acho que as pessoas pensaram nesse termo quando viam as estrelas, porque pra eles talvez cada estrela era um deus e quando uma estrela caia (estrela cadente) significava que um deus tinha vindo morar na Terra.Ou seja, um meteoro deve ter caido nas aguas e a partir daquele momento alguem falou que era Tiamat e depois de algum tempo surgiu a historia da batalha e etc
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patricia tiemi



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Ter Ago 10, 2010 12:02 am

Parte da 'graça' dos deuses, é não saber sua origem. Fica um mistério, não? rs
Mas enfim, quando suponho que eles tenham vindo do espaço para cá quando pareceu conveniente a eles, só me faz acreditar que existem coisas muito superiores a nós no espaço. Civilizações que nem teremos contato, talvez.
Tendo existido ou não, os povos antigos deviam acreditar nos seus deuses por não saberem explicar muitos fenômenos que aconteciam. Isso acontece até hoje, já que tanta coisa que acontece é atribuída a Deus (:
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hyroa7x



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Ter Ago 10, 2010 7:59 am

Concordo com a Paty, para mim o difícil e comum a maioria das religiões é o misticismo e aquela coisa surreal que muitas vezes não dá para engolir,às vezes a falta de nacionalidade e tanta que acho que o único dogma sensato é o de fazer o bem ao próximo e etc(algo que não é muita novidade), bom mas voltando ao tópico acredito que os povos daquela época começaram a se questionar de sua existência e não encontraram algo racional e sensato para explanar essa questão então (e como sempre fazem quando não a mais saída)fogem ao sistema dogmático e mítico e impõe essas como verdades absolutas.
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Lucas Barreto



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Ter Ago 10, 2010 9:36 pm

Concordo com o que foi falado. Acho que o povo da Mesopotâmia por não saber/conhecer os astros, Universo, dizia que fossem deuses e os veneravam e temiam, já que tinha pensamento dualista (deuses bons e maus). Além dessas coisas místicas do universo, também veneravam o fogo, água, tudo o que não entendiam e não podiam explorar/explicar eles respeitavam. Quanto a se tiveram algum contato para que vissem os astros como deuses, não é impossível, mas é bem difícil, já que até hoje não se comprovou nada sobre vidas extraterrestres. Smile
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Karen Naomy Uchiyama



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qua Ago 11, 2010 3:49 am

Na minha opinião, os deuses da mesopotâmia poderiam sim terem se originado da maneira que os povos acreditavam, mesmo (vendo do lado racional) não tendo nenhum estudo comprovando a vida fora da Terra. Isso tudo se deve a crença e a cultura de cada povo, pois os antigos Sumérios acreditavam que tudo começou com uma batalha e os outros povos que também acreditam em deuses, podem ter outra teoria sobre sua origem (podendo também ser considerado um mito). Acredito que os sacerdotes da antiguidade pensavam dessa forma por não terem nenhum conhecimento cientifico na época e, por isso, restava apenas acreditar nos acontecimentos místicos. Very Happy

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Fellipe Cardilho



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qua Ago 11, 2010 9:19 pm

Humm,eu concordo que esses deuses vieram do espaço.Tudo bem que há todo um misticismo envolvido e as lendas,mas eu acho muita coincidencia existirem varios deuses serpentes no mundo.Os maias,por exemplo, tinham Quetzalcóaltl, que era uma serpente que descia dos céus.Eles e os mesopotamicos não tiveram contato, então como tinham essa crenças em deuses do céu em forma de serpentes tão parecidas assim?Acho que é muita coincidencia eles simplemste resolverem criar deuses serpentes do céu.Assim eu acredito que alguns ETs(rs) tenham vindo para cá e feito contato com civilizações antigas.
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Fábio Hideki



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qua Ago 11, 2010 11:18 pm

Admin escreveu:
Mas, nesse momento, fica a pergunta, qual sua opinião sobre a origem dos deuses da Mesopotâmia? Por que eles constituíam uma família vinda de fora da terra? O que teria influenciado os sacerdotes da Antiguidade a pensar algo nesses termos?
Acho que os sacerdotes teriam pensado no termo de família, por ser algo comum a todos e de fácil entendimento, e também por ter uma hierarquia, onde aquele que esta no topo da ''arvore genealógica dos deuses'' e o que tem mais poder e é o ''chefe''.E essa familia teria vindo de forra da terra, por não ser alcançável na época o espaço.Se alguém pergunta-se onde esta tal deus era só o sacerdote apontar para o céu e falar ''ali'', a pessoa não conseguiria ir lá para provar se o deus estava ali ou não, logo os sacerdotes não poderiam ser contestados.
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Jéssica



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MensagemAssunto: Os Deuses que vieram do Espaço   Sex Ago 13, 2010 2:44 am

Eu sinceramente não acredito que os Deuses vieram do espaço rs, mas para os mesopotâmicos naquela época era comum, então não tinha tanta importância sua origem e sim sua representação na Terra. Talvez eles tivessem constituído uma família vinda de fora, porque precisavam de algo que pudesse explicar o surgimento da Terra e fenômenos desconhecidos por eles e que necessitassem de uma resposta, aí supostamente ‘’ criaram os Deuses’’ que seriam responsáveis por tudo o que acontecesse na Terra. Um fator que poderia ter influenciado os sacerdotes a pensar nesses termos seria pela impossibilidade de realmente ver um Deus ou mesmo pelo questionamento de sua existência. Very Happy
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MensagemAssunto: Os deuses e a simbologia   Sex Ago 13, 2010 4:17 am

É isso aí pessoal. As postagens estão ótimas e todas as opiniões são válidas. Concordo quando foi afirmado que, em parte, acreditar nos deuses era uma forma de tornar o mundo mais racional. E quanto à uma possível origem biológica dos deuses, isso não o sabemos e talvez nunca venhamos a saber...

No entanto, devemos tomar o cuidado quando afirmamos que as crenças dos antigos mesopotâmicos eram fantásticas, surreais e inacreditáveis. Elas apenas se adequavam ao contexto da época. Da mesma forma que, em 1000 anos no futuro, muitos podem ler nossos textos, livros, blogs e fóruns e concluir que nossas crenças eram igualmente fantásticas, como o Big Bang, universos paralelos, átomos e quanta, etc.

Uma outra coisa importante a observar é o aspecto simbólico dos deuses. Muitos deles representam explicações de elementos muito complexos, como a noção de caos e ordem, e de outros elementos próprios da vida social humana, como a presença do amor, da guerra, do equilíbrio e outros.

Um desafio a vocês: procurem na internet ou outras fontes algumas crônicas dos deuses da Mesopotâmia e façam uma comparação com esses elementos. Abaixo, darei a primeira contribuição.

Professor Luciano Carvalho scratch
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MensagemAssunto: Como o Deus da Guerra se uniu à Deusa do Submundo   Sex Ago 13, 2010 3:23 pm

Tudo começa quando Anu, o deus do firmamento, resolve dar um banquete, reunindo sua família (algo como um churrasco de domingo, mas algo mais digno dos deuses). De todos seus familiares, a única que não poderia comparecer era Ereshkigal, a deusa que presidia o Submundo, ou mundo dos mortos.

Conforme texto das tábuas em escrita cuneiforme, assim afirmou Anu:

- Em breve, darei um grande banquete para todos os meus filhos e filhas, os grandes deuses e deusas desta terra. Por este motivo, enviarei uma mensagem ao Mundo Subterrâneo, para Ereshkigal, a deusa e rainha das Grandes Profundezas. Na mensagem eu dir-lhe-ei que como não é possível para ela subir às Esferas Superiores e juntar-se aos nossos festejos, pois a sua presença é necessária nas Grandes Profundezas para manter o Equilíbrio entre a Vida e a Morte, as Trevas e a Luz, o Caos e a Ordem. Por outro lado, é igualmente impossível que os deuses e deusas das Esferas Superiores desçam ao Mundo Subterrâneo. Portanto, eu enviarei uma mensagem à Ereshkigal em nome de todos os Anunaki das alturas e um mensageiro ao Reino das Profundezas. Eu pedirei a Ereshkigal que envie um mensageiro de sua confiança até nós, e que tal mensageiro escolha da mesa do Grande Banquete presentes para ela. Se Ereshkigal não pode vir juntar-se a nós, pelo menos ela terá o melhor de nossa mesa de festejos para si! E que seja feito segundo a minha vontade!

Sendo assim, Anu enviou seu servo para contar o procedimento à Ereshkigal, o que a deixou muito feliz, por toda a consideração de seus familiares. Ela, então, escolheu a Namtar, o guardião do Portal, para representá-la. No momento do banquete, todos estavam se divertindo, no momento em que Namtar chegou. Todos o trataram com reverência, como se estivessem diante da própria deusa. Todavia, um único deus em momento algum se prostrou, nem o tratou com o devido respeito. Vendo a situação, Namtar, muito educadamente, foi perguntar o porquê daquele comportamento. O deus, Nergal, o senhor da Guerra, e o mais jovem da família, assim respondeu:

- Por que eu deveria saudar, fazer reverências, mostrar respeito ou deferência a uma deusa a quem nunca vi? Não conheço Ereshkigal, jamais a encontrei! Caso ela estivesse aqui, ou tivesse sido eu apresentado a ela, então e somente então eu consideraria a possibilidade de prestar homenagem a ela. Mas com toda franqueza, está’ acima da minha compreensão por que eu, um deus, iria saudar ou me ajoelhar em frente de um simples mensageiro de uma irmã mais velha a quem nunca vi!

Assim, Namtar imediatamente se retirou para notificar Ereshkigal, o que causou grande temor nos outros deuses. Nergal, a princípio confiante em si mesmo, riu da situação, mas quando todos os deuses, mesmo Enki e Enlil, se mostraram receosos, passou a se preocupar.

Enki orientou Nergal a pedir desculpas a Ereshkigal. E, para isso, precisaria descer até o submundo e levar um trono para presenteá-la. Nergal foi orientado e jamais sentar em nenhum lugar oferecido a ele, nem tampouco se deixar encantar pela deusa, e nem fazer uso de seus favores.

Nergal, mais uma vez, acreditou que era exagero do irmão, prosseguindo despreocupadamente ante o trono da Deusa.

O que acontecerá a seguir?

Continua...
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Beatrice



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Seg Ago 16, 2010 12:49 am

Acho que no primeiro momento ele não vai ligar para os avisos dos outros deuses, vai continuar tratando-a desrespeitosamente, mais quando ela virar para ve-lo e ele ver que ela não tem rosto (como o professor contou) concerteza vai ficar amedontrado e respeitará ela pra sempre.
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Karina Celli



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Seg Ago 16, 2010 4:12 am

eu acho que ele vai descer as profundezas ainda com esse comportamento impulsivo e desrespeitoso, mas quando ver a deusa vai acabar respeitando-a. acho que ela vai testar ele, mas ele vai acabar conseguindo voltar para as alturas.
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Fellipe Cardilho



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qua Ago 18, 2010 9:16 pm

Hummm...Como geralmente as histórias envolvendo divindades religiosas procuram passar uma lição,ou um ensinamento,eu acho q essa história vai acabar de uma forma irônica.Eu creio que depois de descer ao submundo com o trono,Nergal irá continuar com a natureza impulsiva e não prestando atenção ele será provocado e sentará no trono que ele leva pra Ereshkigal.Não sei se ele ficará preso no submundo ou sofrerá alguma punição.Esse final é oq eu acredito q irá acontecer.
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patricia tiemi



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qui Ago 19, 2010 1:31 am

Nergal não tem noção do perigo rs.
Espero que Ereshkigal seja muito linda, e Nergal se arrependa até o fim dos tempos por um dia ter ofendido ela. Ou então seja muito feia, para traumatizá-lo hmm
Estética a parte, acho que ele terá alguma punição. Se Ereshkigal é necessária para manter um equilíbrio, deve ser muito poderosa
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GPTerahata



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qui Ago 19, 2010 1:38 am

Ah aposto que ele vai descer ao submundo ignorando todos os conselhos que lhe foram dado, e vai pagar seu desrespeito com a morte.Virando assim um vigilante do submundo.

A e em resposta ao seu desafio eu achei isso:
"Comecei a pesquisa em incontáveis páginas da web e culminei na bibliografia de Zecharia Sitchin, de quem já li uns cinco livros até agora. Sitchin, para meu desgosto, é outro desses adeptos da infame teoria de antigos ‘deuses astronautas’,(...)Traduzindo as milenares escritas cuneiformes sumérias, ele defende a tese de que há 400 mil anos os deuses da antiguidade foram astronautas que vieram de outro planeta, chamado Nibiru. Ele chegou a essa conclusão ao traduzir escritas sumérias que diziam ser as primeiras dinastias na Terra constituídas pelos ‘deuses’, ou os AN.UNNA.KI, cuja tradução é “Aqueles Que Do Céu à Terra Vieram”. E a partir daí surge uma profusão de nomes, lugares e acontecimentos que se mesclam e se confundem. Em muitos momentos as deduções encontram um paralelo hollywoodiano, como o fato dos alienígenas virem à Terra para extrair ouro, transformá-lo em pó e pulverizar a atmosfera de Nibiru, que estava se desfazendo – morra de inveja, James Cameron."

Eu peguei esse pedaço de texto no blog desse cara http://www.emiliocalil.com/blog/cotidiano/sumeria.E eu acho que ele ta sendo bem idiota desdenhado as descobertas do Zecharia, porque é como já foi dito pra gente pode não fazer sentido a teoria dos deuses, mas naquela época devia ser algo extramamente digno de veneração.Porque quando falamos de uma sociedade como a mesopôtamia, é preciso por em estudo todas as teorias prováveis.

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Yohan



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Qui Ago 19, 2010 3:44 am

Acredito que Nergal não ira desculpas, invocando a ira da deusa Ereshkigal. Começando uma guerra até que o deus Anu intervém e termina a guerra e dá um castigo para os dois deuses.
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Professor quando vai colocar o resto da história, todos estamos curiosos pra descobrir o final.
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MensagemAssunto: Nergal e Ereshkigal   Qui Ago 19, 2010 10:16 pm

Aí está, pessoal. Conforme o prometido!

Namtar orientou a Nergal de que Ereshkigal era terrível m sua beleza, aterrorizando a muitos. Porém, para aqueles que olharem para além da aparência, a verdade se revelaria. Mas nada o prepararia para a visão que teve. Ajoelhado diante da irmã, sentada majestosamente em seu trono, Nergal sentiu todo o terror da deusa ancestral que comandava aos mortos.
Impassível diante de sua presença, e do fato de ser seu irmão, Ereshkigal inquiriu sobre o motivo de Nergal estar lá. A voz da deusa penetrava seus ouvidos, e ele se lembrou das palavras de Namtar. Superando o medo, enfim olhou para a irmã.
Tenebrosa em sua beleza ancestral ela era, mas dela não podia se esquivar.
Inventou que seu pai, Anu, o havia enviado para se casar com Ereshkigal, e que o trono era um presente para ela.
Curiosa pela resposta de Nergal, Ereshkigal manteve a firmeza e saiu, deixando-o para o cuidado de seus servos.

Nergal resistiria a eles, mas não tiraria a face da deusa de sua mente. Apaixonado pela rainha do Submundo, Nergal se declarou para ela. E Ereshkigal correspondeu. Ambos ficaram juntos por dias e noites, mas, em uma delas, Nergal se questionou se aquilo era o que realmente queria. Viveria para sempre no Submundo, o deus da guerra? A Morte seria sua companheira eterna? Angustiado com as possibilidades, indagava-se se realmente a amava. Foi assim que partiu silenciosamente, deixando a deusa enrolada em seus lençóis.

Ao despertar, Ereshkigal foi tomada por angústia, sentimento de abandono e ódio por aquele deus imaturo. Enviou Namtar até aos deuses, com a notícia de que Nergal deveria se entregar. Namtar percorreu toda a terra mas, graças a um feitiço de Enki, Nergal permaneceu oculto da visão do servo.

Tendo retornado sem nenhuma notícia, Ereshkigal mandou uma mensagem aous deuses:
- Grandes deuses e deusas, Anunaki das Alturas, eu vos saúdo mais uma vez em nome de minha rainha, a toda-poderosa Ereshkigal das Grandes Profundezas! Eu subo até os grandes deuses e deusas com a missão de levar de volta ao Mundo Subterrâneo o deus que partiu sem se despedir de minha rainha, que abandonou o Mundo Subterrâneo da forma mais covarde e desgraciosa, tal qual um ladrão e criminoso, esgueirando-se na calada da noite, fugindo para não ser apreendido. Em nome de minha senhora, eu conclamo a Nergal, o deus da Guerra e de todas as doenças, para com coragem dirigir-se à presença de minha grande rainha! De onde estiver Nergal, o deus que amou e abandonou Ereshkigal, eu conclamo que a todos agora, de imediato apareça! Será que o deus que à minha senhora se apresentou já dela e do que compartilharam juntos se esqueceu? Sete dias e seis noites de amor, carinho e paixão nas Grandes Profundezas para ele nada significaram? Eu exijo em nome de minha senhora as devidas reparações! Nergal, deus da Guerra que um dia ao Mundo Subterrâneo por sua livre e espontânea vontade desceu, vossa presença é de novo exigida nas Grandes Profundezas, para todo e qualquer mal-entendido esclarecer. Ao comer e beber da mesa de minha senhora, sentar-vos ao lado dela, compartilhar do leito sagrado e impregná-la com sua semente, um elo entre o deus da guerra e a rainha do Mundo Subterrâneo foi de forma indelével criado. Em nome de minha rainha, da Grande Ereshkigal, eu conclamo Nergal, o deus da guerra, para tudo com minha deusa esclarecer!

Nergal não pôde ficar indiferente às palavras de Namtar, ao discurso apaixonado do fiel ministro e conselheiro de Ereshkigal. Com alegre surpresa, o corajoso deus da guerra percebeu que estava disposto a se render incondicionalmente, corpo, mente, coração e espirito, à Ereshkigal, não apenas por um momento, mas por toda a eternidade e além! Com esta grande certeza, em passos longos e resolutos, Nergal foi até Namtar:

- Não, Namtar, eu não me esqueci de Ereshkigal! Eu posso tê-la deixado, mas certamente sempre pretendi voltar ... quando tivesse certeza dos desígnios do meu coração, sem outros encorajamentos ou coação! Bem, irei provar uma coisa a Ereshkigal: ela ter-me-á como companheiro e consorte, mas não como um fantoche na palma da sua mão! Em verdade, em verdade eu afirmo que Ereshkigal pode ser a Soberana do Mundo Subterrâneo, mas eu exijo ser tratado como seu igual, deus e companheiro. Agora sou eu que vou até ela, abrindo todos os portais mais cerrados e tudo fazendo para ensinar uma lição à minha grande rainha e senhora do meu ardente coração!

De imediato, Nergal cumpriu a sua palavra, pois começou a longa e árdua descida para o Mundo Subterrâneo. Desta vez, a cada portal, Nergal não mais pediu, mas exigiu passagem, em voz calma mas cheia de autoridade. Como quem chegou para ficar Nergal desceu, como um soberano, ciente de seus direitos e deveres, ele prosseguiu sem pestanejar, não ouvindo as provocações dos guardiões dos portais, os quais não cessaram de testar as reais intenções de Nergal. Pela primeira vez, o Deus da Guerra, o Beligerante Nergal ignorou provocações, não perdeu a paciência, manteve seu temperamento bravio sob controle para mais depressa chegar até Ereshkigal, onde quer que ela estivesse.

No limiar de cada um dos Sete Portais, clamou Nergal:

- Guardião do Portal! Que me seja concedida passagem! Aqui quem lhes fala é Nergal, o Deus da Guerra, que, entretanto, neste momento com ninguém quer brigar, somente exigir passagem, para no Mundo das Profundezas poder entrar. Eu desço por minha livre e espontânea vontade, eu escolho pelo desejo do meu coração e anseio da minha alma para Ereshkigal voltar. E agora, sem parar para discutir ou problemas causar, eu sigo em frente! Repito: quero o direito de passagem, sem confusões ou demoras, desde já.

Tanta confiança valeu, realmente, a Nergal o direito de passagem. E à medida em que Nergal avançava, alegria e confiança entraram o coração do deus guerreiro. Seus pés passaram a correr pela antecâmara de Ereshkigal, correndo ele subiu as escadarias que levavam ao trono mais alto do Mundo Subterrâneo.

Como de sempre, silenciosa, magnífica, lá estava sentada Ereshkigal. Ao vê-la novamente, o mundo parou e tudo fez sentido derepente. Surpreso e feliz, Nergal parou, e as palavras como torrente saíram de seus lábios, do seu coração, corpo e mente:

- Eu voltei, adorada, agora para ficar, pois descobri que aqui, contigo é o meu lugar.

Para Ereshkigal, o mundo também parou ao ver Nergal entrar, tudo voltando alegremente ao seu lugar ao ouvir o que ele tinha a lhe dizer ao chegar. Bom humor porém venceu a batalha de emoções que rugia dentro de Ereshkigal: antes de Nergal ter a paz dos braços dela, algo de rendição ele teria com certeza de mostrar!

- Então voltaste para mim, meu deus.... de tua livre e espancada vontade?

Ele já devia saber que Ereshkigal não iria recebê-lo imediatamente de braços abertos. Não sem alguma luta, algum esforço da parte dele. Mas ela realmente valia todas as batalhas. De fato, Ereshkigal era todos os troféus.

- Eu por acaso te disse que não voltaria?

- Não, como também não me disseste que irias partir.... retrucou Ereshkigal.

O tom levemente irritado de Ereshkigal, sem dúvida uma de suas mais deliciosas características, era traído pelo sorriso que ela não tentava mais esconder. Nergal riu também, e não pôde mais resistir. Venceu os passos que faltavam para chegar até ela, mergulhou as mãos nas longas madeixas de ébano e selou-lhe os lábios com um beijo apaixonado.

- Mesmo sabendo o quão impossível, autoritária e inflexível tu és, adorada, sim, eu voltei para ti, desta vez para não mais te deixar. Tens estado por tempo demais sozinha nas Grandes Profundezas, minha querida. Portanto, eu por aqui irei ficando. Contigo no Mundo Subterrâneo, não como espirito cativo, mas como teu consorte, para julgar os casos dos deuses e dos vivos ao teu lado. Mas antes de me aceitares, deixa-me fazer algo que deveria ter feito ao chegar. Não agora, mas da primeira vez que desci até ti.

Nergal foi até os aposentos que havia compartilhado com Ereshkigal, em busca do trono que com suas mãos havia esculpido, o trono de madeira sagrada, e colocou-o ao lado do trono da Grande Rainha do Mundo Subterrâneo. Com a mais perfeita cortesia, ele sorriu para ela, e com um joelho ao solo, pediu-lhe formalmente a mão::

- Tu me aceitas como teu consorte, minha amada e rainha? Para reinar a teu lado, ser teu companheiro, amante e dos amigos, o melhor e mais querido?

- Sabes o que estás pedindo? Perguntou Ereshkigal, com a franqueza e seriedade que a caracterizavam. De todo coração, Nergal, com toda franqueza, podes me dizer que compreendes realmente o que significa o grande passo, a grande escolha que estás ora fazendo?

Nergal prendeu a respiração, pois sabia que Ereshkigal, em sua grande generosidade, estava-lhe oferecendo a liberdade, caso ele assim o quisesse. Mas ele, o invencível deus da guerra, havia-se rendido à deusa das Grandes Profundezas. Em rendição total e absoluta.

- Tu queres a verdade, e somente a verdade mais pura terás de mim. Tu, o teu mundo é a Escolha que eu faço pelo exercício da minha mais alta vontade, do desejo mais profundo da minha alma. Sinto-me pronto para ser o teu parceiro, consorte, amigo e companheiro, pelas regras do teu mundo e de quantos outros julgares necessário. E’ meu desejo ajudar-te a julgar os casos trazidos a ti, para que o equilíbrio e a justiça possam ser restabelecidos em todos os mundos. Esta é a escolha que com toda liberdade faço, seguindo a Mais Elevada Vontade do meu coração, o Desejo da minha alma. Oh, minha rainha, Senhora da Justiça dos Ancestrais, por ti eu desisto do meu lugar entre os deuses das Esferas Superiores. Desisto sem tristezas, desobrigado de laços ou qualquer outro peso, pois desde o Inicio dos Tempos, minha foi a mais severa de todas as obrigações, a mais pesada de todas as cargas, pois a mim coube ensinar à humanidade o amor, a saúde, a riqueza e a paz através dos horrores da perda, dor, pobreza e guerras causadas pela estupidez da própria humanidade. Longa e solitária foi a minha jornada até agora, até te encontrar. Por tudo isto, eu te peço humildemente, minha amada e grande senhora, pelo privilégio de dividir contigo a imensa carga que é julgar os vivos e os mortos para efetuar todas as curas, fechar todas as feridas e restabelecer todos os equilibrios perdidos em todos os mundos!

Em seguida, Nergal, apresentou a Ereshkigal os símbolos que definiam o seu poder nas Esferas Superiores, o cetro com a cabeça de leão e a cimitarra.

- Como prova da sinceridade de minhas palavras, do peso de verdade dos votos que faço a ti, coloco os símbolos do meu poder a teu serviço. Quero agora erguer bandeiras sem matar, ser o vento da mudança que provoca crescimento e desperta em todos a confiança de ousar e agir para somente construir.

A face de Ereshkigal irradiava imensa felicidade ao receber o cetro e a cimitarra de Ningal. Com graça, reverência e gentileza, ela colocou tanto um quanto o outro nos braços do trono de Nergal, antes de voltar-se para ele:

- Os símbolos que colocaste a meu serviço a ti são devolvidos para que os possa usar com equilíbrio quando ao meu lado os casos dos vivos e dos mortos julgar. Nergal, amor do meu coração, companheiro da minha alma solitária, eu te dou as boas-vindas ao meu reino e te recebo com a alegria de mãos se encontrando, com a ternura de amantes se beijando. Por isso, agora eu te pergunto: o que estás esperando? Quero já’ o meu abraço e teu melhor beijo! Agora!

Nergal não precisou de maiores encorajamentos, e com beijo longo e molhado, os votos do deus da Guerra e da rainha das Grandes Profundezas com muito amor foram selados.

Momentos depois, Namtar chegou, e vendo os deuses abraçados, parou, contente, mas também um pouco embaraçado:

- Minha senhora, meu senhor, as minhas mais sinceras desculpas!

Nergal, ainda abraçando Ereshkigal, responder a Namtar:

- Chegaste em boa hora, fiel Namtar. Mais do que depressa, suba até as Alturas Superiores e diga a Anu, o grande deus do Firmamento, que doravante não deixarei mais o Mundo Subterrâneo, não viverei mais nas Esferas Superiores, para ficar para sempre com minha amada Ereshkigal. E que faço esta escolha de minha livre e espontânea vontade, e muito mais. Pois tendo descoberto nela a verdade maravilhosa que sempre soube um dia ter de encontrar, com a grande Ereshkigal e no Mundo Subterrâneo para sempre quero ficar.

- E que todos saibam que o Mundo Subterrâneo também é o Mundo da Redenção, Paixão, Equilíbrio e Paz que Restauram todos os mundos, devolvendo o Brilho Exterior a tudo que foi, é e virá! Completou Ereshkigal.



Namtar retornou às Esferas Superiores para mais uma vez levar uma mensagem para os Deuses dos Mundos de Cima. A voz do fiel vizir e conselheiro de Ereshkigal ecoou alta, clara e alegre em todos os quadrantes dos Mundos das Alturas:

- Grandes Deuses e Senhores das Esferas das Alturas! Mais uma vez venho até vós, a mando de minha rainha, Ereshkigal, e de seu amado consorte, o Deus Nergal. Ele, o Deus da Guerra, agora também meu senhor, escolheu ficar no Mundo Subterrâneo e tornar-se Juiz dos seres que lá chegarem. Como verdadeiro Parceiro e Companheiro da grande deusa Ereshkigal, com ela ele irá compartilhar das responsabilidades de reinar sobre o Mundo Subterrâneo. Neste momento, com grande alegria, eu vos convido para dar saudar a Ereshkigal e Nergal, Soberana e Soberano do Mundo Subterrâneo! Que em todos os mundos e esferas seja sabido que Um Amor Profundo existe e vigora no Mundo das Grandes Profundezas, e que a Justiça Divina prevalece em todas as esferas para fazer brilhar a luz do Espirito, Realidade Sutil que tudo de amor inflama e enche de fulgor!

Extraído do site Babilônia Brasil

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tiago genari



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Seg Ago 23, 2010 9:02 pm

Putz.....

tinha pensado em coisas bem mais trágicas....... rsrs
pelo menos deu tudo certo no final, né.
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patricia tiemi



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Ter Ago 24, 2010 3:10 am

^ certo medo '-'
mas ah, foi bonitinho rs
pelo menos deu tudo certo no final, né. +1
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Amabile Ferrazoli



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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Ter Ago 24, 2010 5:22 am

Estou um tanto atrasada, >< Mas enfim, a história realmente teve um final interessante. Os personagens (Deusa do Submundo e Deus da Guerra) criaram uma ideologia de violência e briga na história. O conflito inicial foi o estopim para mostrar as dualidade na mitologia: bem e mal. Mas o final mostra a possibilidade de equilíbrio entre tais partes.
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MensagemAssunto: É isso aí   Ter Ago 24, 2010 8:17 pm

Olá, pessoal!

Essa história é interessante para analisarmos como os povos da Antiguidade usavam as histórias dos deuses para explicar fenômenos naturais, socieias, políticos e metafísicos. Muitos podem estranhar o fato dos dois deuses serem irmãos e não conseguirem viver separados um do outro. Mas mudem o nome dos deuses para Guerra e Morte, e logo fica claro o sentido do texto. Guerra e Morte são irmãos e, mesmo que queiram viver separados, não conseguirão. Também entra a concepção dos povos da Mesopotâmia de que somente a Guerra e a Morte podem julgar e mudar o mundo, assentando sobre ambos um grande poder.

E nós estamos encerrando aqui o tópico sobre a origem dos deuses da Mesopotâmia.

A partir de agora, seguiremos com a Grécia, pessoal

Podemos concluir, por tudo que foi dito, que a origem misteriosa desses deuses pode, de fato, representar o olhar para o alto e a busca por respostas no espaço. Lembremo-nos de que, mesmo no Cristianismo, é comum usarmos o termo "ir para o cèu", alèm de nos referirmos aos anjos como sendo seres alados que singram o cèu atè a terra para trazer mensagens divinas para os homens.

Até breve nos próximos posts.
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MensagemAssunto: Re: Os Deuses que vieram do Espaço   Hoje à(s) 5:15 pm

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Os Deuses que vieram do Espaço
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